A empresária Fabíola tem duas empresas: uma há treze anos e outra há três. Diz que as vendas são boas, graças à qualidade dos produtos que oferece e ao ponto centralizado do negócio. Apesar disso, segundo nossa leitora, “90% dos clientes não pagam em dia, e com o que recebo não consigo pagar os fornecedores na data certa”.
Para ajudar Fabíola, o técnico do Sebrae Roberto Rocha fez uma lista de procedimentos que podem tirar a empresária do vermelho. A dica principal é ter criatividade e criar meios de o cliente pagar sempre à vista, seja com programas de descontos para quem comprar com dinheiro ou de fidelidade. Confira:
Se a empresa está no vermelho, presumidamente o negócio não está dando LUCRO, ou seja, o volume de receitas/vendas mensais é insuficiente para pagar todas as despesas/custos, e, sendo assim, o negócio está dando um prejuízo nas suas operações. Então, será preciso:
- aumentar as receitas/vendas;
- diminuir as despesas.
- analisar quais são os gastos que estão extrapolando;
- adotar medidas para economizar nas despesas fixas – energia, telefone, água, salários, aluguel etc.
- verificar se as retiradas mensais dos sócios (pró-labore) estão compatíveis, para evitar que tirem do Caixa da empresa mais dinheiro do que é possível;
- avaliar cada gasto que a empresa tem. Lembre-se que é preciso ter austeridade;
É possível também que os preços cobrados pela execução dos serviços não seja suficiente para pagar as despesas Fixas + Variáveis + Financeiras, e ainda deixar LUCRO. Será necessário implantar os controles básicos de gestão na empresa e levantar se a empresa tem dívidas, com quem, quais os valores, quais os prazos para pagar etc.
Abaixo, mais sugestões:
1. Procure driblar a inadimplência, colocando os vencimentos nos primeiros dias do mês. Marque os vencimentos para antes do dia 10, preferencialmente até o quinto dia útil. Se o seu cliente recebe no início do mês, a prioridade será pagar os vencimentos mais próximos.
2.Venda à vista ou com cartão de crédito. Parece lógica esta dica, mas muitos empresários ainda acham que custa caro ter o contrato com as empresas de cartão de crédito. Realmente não é barato, mas se a sua inadimplência está acima dos 5% já compensa ter essa forma de pagamento e evitar os cheques pré-datados. Em cartão de crédito aprovado não há risco de inadimplência e sempre é possível negociar taxas menores com as administradoras.
3. Ao fornecer crédito, consulte o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC e o Serasa. Evite vender para clientes que já estão inadimplentes em outras empresas.
4. Faça um Cartão Fidelidade, oferecendo alguns benefícios ao cliente adimplente, como descontos em próximas compras, um brinde caso as contas sejam pagas em dia até o final do contrato e etc. Procure usar a sua criatividade!
Procure o SEBRAE (0800-570-0800) e agende um atendimento para obter mais ajuda.
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lucia 15 de maio
bom dia,
eu tenho uma loja de roupa a 4 anos, eu tinha apenas 16 anos quando ganhei dos meus pais.mas ele so mi deu 7.000 de mercadoria 1.000 de estalacoes que foram as entradas e 1 ano de aluguel. entrei no ramo com cara e coragem sozinha. tive que aprender tudo quebrando a cara. a um ano atraaz o meu pai fez eu tomar um emprestimo no banco, com eu estava no vermelho eeu tomei, mas de 25.500 eu so fiquei com 7.000 o ressto ele pegou p/ ele. tudo bem que eu nao devvia ter feito isso. mas hj eu continuo pagando o imprestimo sozinha. e n consigo mais ja vendir um dois bens meu mas n consiguir sair da lama fora que ja to ccom o nome no protesto por falta de paagamento de 3 dupllicata, estou em uma situacao muito ruim sem contar que tenho q ajudar em casa taambem. hj temho 20 anoss e nao sei mais o que fazer!
gostaria que vocces me ajudacem.
att lucia
Olá Lúcia
Você tinha um ano de aluguel pago e as mercadorias que tinha deveriam render para repor novos produtos e tirar um pouco de lucro, provavelmente como não tinha nenhum conhecimento administrativo “quebrou a cara” como você mesmo afirma e aí partiu para a solução mais simples que é captar dinheiro em banco. Essa é uma solução que se não for bem utilizada pode ser bem perigosa, pois os agentes de crédito não querem saber se fez ou não bom uso do dinheiro o que eles querem é receber suas parcelas ao final de cada mês.
Agora pelo visto você tomou um empréstimo maior que o necessário e ficou somente com uma pequena parte, pois seu pai utilizou o resto e a empresa ficou com a dívida total, isso nunca deveria ter sido feito.
Nesse momento é necessário desenvolver uma série de ações para poder tirar a empresa da situação em que se encontra para não entrar em insolvência e aí eu diria que você tem que estar de cabeça bem fria para poder tomar as decisões corretas, pois nessas horas não se pode errar mais.
Quanto às dívidas eu aconselharia a sentar com seus credores e buscar fazer acordos de parcelamento mais longos. Explique sua situação para eles e diga que esta querendo pagar, mas é necessário que eles facilitem os pagamentos de tal forma que você possa cumprir o acordado. Provavelmente eles aceitarão fazer um acerto, pois é melhor receber parcelado do que não receber. Cuidado com juros que eles irão querer colocar. Negocie bem para ser o menor possível
Feito o acordo os credores deverão tirar seus títulos do cartório.
Agora caso as dívidas sejam com o banco, então terá que procurar o gerente de sua conta e buscar renegociar esse empréstimo em prazos maiores e prestações menores que caibam dentro do seu orçamento.
Caso tenha estoque nesse momento seria muito bom que ele girasse o mais rápido possível para fazer dinheiro, repor as mercadorias e poder começar a pagar as contas, talvez algumas promoções fosse interessante nesse momento.
Por outro lado terá que começar a fazer uma economia de guerra dentro da empresa, cortar tudo o que pode ser considerado supérfluo, buscar economizar em todos os itens, desde luz, telefone (principalmente celular), combustível, ou seja, tudo o que puder contribuir para diminuir custos e despesas. Cada centavo economizado nesse momento é importante. Claro que isso não poderá prejudicar o operacional da empresa ele tem que ter condições mínimas para girar.
Você terá que avaliar também a retirada dos sócios, se ela esta compatível com a realidade atual da empresa, pode ser que ela também tenha que ser reduzida, sei que isso não é fácil, pois afeta sua vida pessoal, mas nesse momento será necessário.
Existem outras formas de se sair dessas situações, porém são aquelas mais extremas, tais como:
Você se dispor de um bem qualquer, de preferência de fácil liquidação, tipo automóvel para injetar dinheiro na loja. Caso o bem já esteja quitado pode vendê-lo ou refinancia-lo, ou se não estiver buscar fazer uma troca com troco para ter dinheiro em mão. Muito empresários fazem isso, pois acreditam na salvação e no sucesso do empreendimento. Sei que já fez isso uma vez, mas se não usou o dinheiro com sabedoria ele acabou escoando pelo ralo também.
Outra solução seria buscar novamente um sócio capitalista, alguém interessado no negócio e que entrasse com dinheiro na sociedade. Capital esse suficiente para cobrir as dívidas ou parte delas, aí é uma questão de negociação.
Em fim minha cara Lúcia não existe mágica ou milagre no mundo dos negócios, os erros administrativos cometidos trazem consequências sempre desastrosas e que tem que ser contornadas da melhor forma possível mesmo que isso demore mais temo do se espera, no seu caso esse tempo vai depender de suas negociações.
Vá com calma, pois como você mesmo diz que pelo fato de estar mergulhada no problema não consegue enxergar boas soluções e nesse momento é necessário muita calma como já dissemos anteriormente.
Para finalizar eu aconselharia você a se capacitar nessa parte financeira para não cometer mais erros. Entre no site http://www.edu.sebrae.com.br e lá encontrará vários cursos que poderá fazer via web e de forma gratuita. De inicio seria interessante fazer um denominado Gestão e Planejamento Financeiro e após este um denominado Como Vender Mais e Melhor, eles te darão uma boa bagagem de conhecimento para administrar seu negócio.
Caso tenha em sua cidade um escritório do SEBRAE, solicite ajuda a um consultor financeiro que poderá de posse das informações de sua empresa estar indicando de forma de que forma estas ações podem ser implementadas.
Espero ter ajudado, caso necessite de mais informações escreva-nos novamente.
Sucesso e boa sorte
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 15 de maio
Mônica 14 de maio
Boa tarde! Minha empresa tem 10 anos no mercado e nunca teve uma boa saúde financeira, porém nunca entrou em crise..ela se pagava. De 1 ano e meio pra cá, as coisas mudaram, o fluxo de vendas caiu devido à concorrência forte, e não temos condições de melhorar nosso preço de venda, para então reconquistar esses clientes perdidos. Como o caixa sempre foi limitado, para segurar os meses no vermelho, fizemos empréstimos com o banco, pois nunca atrasamos pgto de fornecedores/funcionários/prestadores de serviço. Mas me vejo hoje com uma dívida no banco se tornando impagável.. todo dinheiro que pago pro banco, é através de novo empréstimo e ainda pegando um pouco a mais para cobrir o vermelho do mês. Uma verdadeira bola de neve. Sei que isso durará por um tempo determinado, pois nossos limites de crédito irão acabar e aí a coisa irá complicar muito mais. Qual a melhor saída?? Entrar com pedido de Recuperação judicial? Negociar com o banco? Obrigada!
Olá Mônica
Se nesses dez anos de empresa a saúde financeira nunca foi boa, você deveria ter trabalhado isso antes para não acontecer esse problema, pois quando se trabalha com uma margem de lucratividade muito estreita a empresa acaba ficando muito exposta às variações de mercado, qualquer problema que seja, quer por política econômica, quer por uma maior concorrência colocará a empresa em situação deficitária.
É comum nessa situação buscar soluções através de empréstimos como você fez, porém isso é apenas uma solução pontual e se procurar corrigir o problema por meio de ações mais efetivas, mas para frente precisará de um novo empréstimo e no fim a dívida acaba se tornando quase que impagável. Você entra numa espiral que se não for controlada te levará ao “fundo do poço”.
Bem Monica você tem dois problemas a resolver, a dívida da empresa e sua recuperação financeira e outro é a captação de novos clientes para manter seu ponto de equilíbrio e fazer com que a empresa de lucro.
Ainda bem que os pagamentos de funcionários e fornecedores e prestadores de serviço estão em dia, restando somente as dívidas com os bancos. Nesse caso a primeira coisa a fazer é buscar renegociar suas dívidas com maiores prazos e os menores juros possíveis. Os bancos hoje estão até oferecendo melhores condições para as MPEs e os juros dos empréstimos têm baixado o que facilita um pouco mais as negociações.
Procure o gerente de sua conta e abra o jogo com ele, mostre que embora esteja tentando pagar da melhor forma possível suas contas não esta conseguindo então gostaria de propor uma renegociação com maior número de parcelas de tal forma que elas coubessem em seu fluxo de caixa mensal. Não se comprometa com aquilo que não pode pagar, pois se fizer um acordo e não cumprir ficará muito difícil outra negociação. Procure negociar bem para pagar as menores taxas de juros. Em geral os bancos aceitam essas renegociações, pois é melhor receber em mais vezes do que não receber.
Por outro lado terá que começar a fazer uma economia de guerra dentro da empresa, cortar tudo o que pode ser considerado supérfluo, buscar economizar em todos os itens, desde luz, telefone (principalmente celular), combustível, ou seja, tudo o que puder contribuir para diminuir custos e despesas. Cada centavo economizado nesse momento é importante. Claro que isso não poderá prejudicar o operacional da empresa ele tem que ter condições mínimas para girar.
Você terá que avaliar também a retirada dos sócios, se ela esta compatível com a realidade atual da empresa, pode ser que ela também tenha que ser reduzida, sei que isso não é fácil, pois afeta sua vida pessoal, mas nesse momento será necessário.
Em últimos casos talvez seja necessário uma avaliação do número de funcionários e verificar se isso também não precisará ser reduzido para corte de despesas.
Existem algumas atitudes mais radicais que podem ser tomadas para tirar ou minimizar a crise na empresa que são:
- Vender um bem que seja disponível, ou até mesmo refinancia-lo, como por exemplo, um veículo que tem liquidez mais rápida ou outro bem qualquer que esteja disponível, se você acredita realmente na empresa vale a pena pensar nisso, não será nem a primeira nem a última empresária a fazer isso.
- Em últimos casos buscar um sócio, se isso te interessar. Eu diria que essa seria a última das últimas alternativas.
Quanto à concorrência vocês têm 10 anos de empresa é necessário buscar inovar para criar diferenciais competitivos, que não são somente o preço, o atendimento, os prazos de entrega em fim existem muitas outras coisas que embora o cliente saiba que esteja pagando um pouco a mais ainda é compensador ficar com o seu fornecedor, pois oferece um atendimento diferenciado.
Agora se seus preços estão muito fora do mercado, essa redução de custos que falamos acima será primordial para que possa se equalizar com a concorrência e buscar seus antigos clientes.
Além disso, faça um contato com os clientes perdidos e converse com eles sobre o que sua empresa poderia oferecer de melhor para poder trazê-los de volta, talvez se encontre uma outra forma mais adequada que não seja abaixar os preços. Coloque seu comercial para trabalhar a todo vapor na captura de novos clientes.
Vá com calma, pois nesse momento é necessário manter a “cabeça fria” para não tomar nenhuma atitude errada. Serão momentos difíceis, mas com certeza valerão a pena, pois conseguirá desta forma colocar sua empresa em dia e respirar normalmente.
Espero ter ajudado caso necessite de mais informações escreva-nos novamente.
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 14 de maio
RAFAELA SANTOS 5 de maio
Olá,
Meu nome é Rafaela, sou micro empreendedor individual, tenho uma empresa há 1 ano e meio, comecei minha empresa com um capital de giro no banco, onde investi em varias coisas como: papelaria, brinquedos e cosméticos; no começo a loja conseguia arcar com as dividas, mas como trabalho com promissoria, alguns clientes deixou de pagar, e tive que pegar mais um capital de giro para pagar algumas dividas que fiquei e tambem para investir em um novo ramo, comprei alguns sapatos e hoje tenho a loja de calçados, papelaria, cosmeticos e brinquedos; apos a loja alavancou bastante passou a render o dobro, mas comecei a investir demais nas 4 lojas, e como chegou no fim do ano passado tive que investir demais na papelaria, mas agora me encontro em uma situação desastrosa, muitos clientes não pagaram, hoje estou com o nome protesto, no spc por causa do capital de giro, muitos cheques voltaram, me vejo no fundo do poço… como posso reerguer minha empresa?
Grata
Rafaela Santos
Olá Rafaela
Nesse momento é necessário desenvolver uma série de ações para poder tirar a empresa da situação em que se encontra para não entrar em insolvência e aí eu diria que você tem que estar de cabeça bem fria para poder tomar as decisões corretas, pois nessas horas não se pode errar mais.
Quantos aos bancos a única solução é sentar com o gerente de sua conta e negociar sua dívida com prazos maiores e parcelas que caibam dentro de sua capacidade de pagamento, dependendo do banco ele poderá até te indicar outro tipo de empréstimo de juros mais baixo e prazos maiores para cobrir essa dívida, alguns bancos estão fazendo isso, como banco do Brasil e Caixa Federal que tiveram inclusive seus juros reduzidos tanto para pessoa física como para as micro e pequenas empresas. Nesse caso não tem o que fazer de forma diferente. Essa negociação se efetuada irá tirar seu nome do SPC e seu título do protesto
Se estiver devendo para credores terá que usar da mesma estratégia, a princípio selecionar os principais fornecedores e trabalhar parcelamento de sua dívida e verificar se eles podem ainda te dão crédito, mas lembre-se que o compromisso assumido não poderá falhar.
Em ambos os casos fale com franqueza com seus fornecedores e diga qual sua real condição de pagamento, não assuma nada que não poderá pagar. Cuidado somente com os juros inseridos nos parcelamentos, negocie bem, lute por melhores condições e mostre sempre que está disposta a pagar, porém dentro de sua realidade, caso contrário não conseguirá cumprir com os compromissos assumidos. Em geral se tem êxito nessas negociações, pois para os credores é melhor receber parcelado do que não receber.
Faça um levantamento de todos os custos e despesas e veja o que pode ser cortado e/ou economizado. Cortar tudo aquilo que pode ser considerado supérfluo e buscar economizar em coisas básicas tais como telefones fixos e principalmente celulares, combustível, luz, etc. É um momento do que chamamos economia de guerra, gastos somente com o indispensável.
Infelizmente nesse momento os corte e reduções também atingirão as retiradas dos sócios, que deverão ser trabalhadas para o mínimo necessário, é claro que isso também irá impactar na sua vida pessoal onde também deverão ser trabalhadas as economias, isso não é fácil, mas não dá para sangrar mais a empresa.
Os recursos que entrar na empresa deverão ser utilizados com inteligência no sentido do que pagar no momento, o que poderá esperar mais um pouco ou ser negociado mais alguns dias, em fim nem sempre vai dar para pagar todos no mês então terá que priorizar aquilo que é essencial para o funcionamento da empresa e as outras dívidas você irá quitando aos poucos com pouco de atraso, mas se não tiver jeito é o que se pode fazer.
Serão períodos difíceis, mas necessários para fazer a empresa sair do vermelho.
Por outro lado você tem procurar diminuir essa inadimplência, primeiro buscando receber daqueles que te devem procurar chama-los para um acordo, fazer um parcelamento ou dar um desconto no pagamento a vista, embora possa perder um pouco, mas antes receber um pouco menos do que não receber.
Você tem notas promissórias, se não tiver acordo, execute-as, nesse momento não fique preocupada se aqueles que te devem eram a conhecidas, bem intencionados em fim aquilo que acontece muito quando se vende a prazo, mas podemos dizer que se fossem bem intencionadas teriam te procurado para saldar as dívidas contraídas em suas lojas. Pode ser que não receba tudo, mas muita gente irá se mexer.
Quanto a pagamento a prazo atualmente para se garantir somente com cartões de crédito e para compras a vista somente a dinheiro ou cartão de débito. Você poderá até dar crediário a alguma pessoa, mas é necessário que tenha muita confiança em sua idoneidade para não perder dinheiro. A única forma de evitar essa inadimplência é trabalhar com cartões.
No caso dos cheques somente com consulta no SERASA e olha que mesmo assim ainda pode não receber, você apenas esta diminuindo o risco.
Existem outras formas de se sair dessas situações, porém são aquelas mais extremas, tais como:
Você se dispor de um bem qualquer, de preferência de fácil liquidação, tipo automóvel para injetar dinheiro na loja. Caso o bem já esteja quitado pode vendê-lo ou refinancia-lo, ou se não estiver buscar fazer uma troca com troco para ter dinheiro em mão. Muito empresários fazem isso, pois acreditam na salvação e no sucesso do empreendimento.
Outra solução seria buscar novamente um sócio capitalista, alguém interessado no negócio e que entrasse com dinheiro na sociedade. Capital esse suficiente para cobrir as dívidas ou parte delas, aí é uma questão de negociação.
Em fim minha cara Rafaela não existem mágicas ou milagres no mundo dos negócios, os erros administrativos cometidos trazem consequências sempre desastrosas e que tem que ser contornadas da melhor forma possível mesmo que isso demore mais temo do se espera, no seu caso esse tempo vai depender de suas negociações.
Vá com calma, para poder enxergar as boas soluções e nesse momento é necessária muita calma como já dissemos anteriormente.
Espero ter ajudado, caso necessite de mais informações escreva-nos novamente.
Sucesso e boa sorte
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 7 de maio
Eder 4 de maio
Seu comentário…Boa noite
Nossa muito boa a sua explicao gostei, agora entendi,mais e igual voce falou o dinheiro acaba sendo o mesmo, porem com lugares diferentes e com objetivos diferentes tambem, mais para ser honesto nao sei o que e melhor ainda.
Em sua opiniao uma empresa tem que ter um capital de giro de quantos % de seu faturamento (nao sei se o calculo e feito assim, mais e so para eu ter uma ideia ) e fora o capital de giro, qual seria uma % boa para ter aplicado em reservas para qualquer necessidade da empresa futura se houver.Te pergunto isto para saber quando e o momento certo de fazer a retirada da empresa, para a conta fisica ou para a compra de um bem, sem mexer na estrutura e nem correr qualquer tipo de risco de a empresa passar dificuldades. Se poder me ajudar te agradeco e pode ficar a vontade para qualquer sugestao que possa me dar.
Obrigado
Eder
Olá Eder
Tudo bem,
Quanto a sua dúvida de ainda não saber o que é melhor, eu diria que isso terá que ser uma decisão sua, faça aquilo que sentir melhor. O mais comum seria deixar o fluxo de cheques em seu próprio caixa a não ser nas situações já citadas, inclusive para trabalhar a parte contábil e fiscal. A administração de sua conta física ficaria um ouço mais complicada, pois teria que ficar controlando os cheques que irão ser compensados e no final do ano na hora do imposto de renda você teria que trabalhar uma forma para justificar qualquer juro proveniente da troca de cheques. É claro que isso o contador poderia acertar de forma fácil, pois o dinheiro dos dois lados é seu, ele colocaria como aporte de recurso do sócio na pessoa jurídica e retirada para a pessoa física, mas é uma ação que acredito ser desnecessária caso caia em nenhuma das situações anteriormente discutidas.
Quanto ao capital de giro isso é uma composição que você irá definir. Em geral as empresas trabalham com um giro suficiente para mantê-la por dois, três meses, ou seja, o volume de recursos que você tem em caixa deve ser suficiente para manter a empresa por esse tempo caso não tivesse vendas ou uma queda expressiva, acredito ser este um bom tempo, mas se quiser se garantir por mais tempo e tiver fazê-lo melhor será.
Além do capital de giro é comum do lucro líquido separar um percentual para melhorias da empresa, investimentos em novos maquinários e no mínimo para equilibrar a depreciação de seus equipamentos em geral. Novamente isso vai depender de quanto você quer deixar na empresa, a tempo depreciação de maquinas é baseado em sua vida útil, por exemplo, máquina operatriz em torno de 10 anos, já um equipamento de informática esse prazo cai muito devido a rapidez com que surgem as novas tecnologias, dependendo do equipamento 2 a 3 anos, 5 anos para veículos.
O percentual vai depender dos investimentos que você planeja para sua empresa e em que tempo esta querendo fazer isso. Isso definirá o quanto deverá reservar mensalmente para fazer as melhorias desejadas. Não há um percentual definido, pois isso depende de empresa para empresa, por exemplo, uma empresa de alta tecnologia tem que investir valores altos anualmente para se manter atualizada. Muitas empresas convencionais por onde passei acabam deixando em torno de 20% do líquido para investimento, cabe você analisar se muito ou pouco em função de seus planos de melhorias.
Quando a retirada da empresa, fora o seu pró-labore, ela em geral em geral no final do ano fiscal onde se faz a distribuição de dividendos aos sócios da empresa, quando existirem, no final do ano quando o contador fechar o balanço da empresa ele te apresentará os lucros ou prejuízos do ano, espero que sejam lucros, em cima destes dos lucros é que você irá fazer sua retirada e o percentual vai depender de você, mas lembre-se de não se pode zerar o caixa da empresa, o que muita gente faz e depois no outro lado não tem dinheiro para trabalhar.
O importante é nunca descapitalizar sua empresa nem mesmo para compra de bens imóveis, o que acontece muito com empresários que sonham ter seu prédio próprio, que muitas vezes acabam utilizando todo recurso da empresa na construção ou compra de um imóvel e depois não tem mais capital de giro para fazer a empresa rodar, De que adiantou tem um bom prédio e uma empresa quebrando.
Meu caro Eder todo e qualquer investimento tem que ser planejado e se isso for bem feito conseguirá comprar os bens que necessita sem sangrar a empresa.
Espero ter ajudado, caso necessite de mais informações escreva-nos novamente.
Estou ficando curioso em conhecer sua empresa, quando estiver aí pela região do ABC vou te ligar para fazer uma visita… (rs…)
Sucesso e bons negócios
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 7 de maio
Igor Estevão 3 de maio
Olá meu nome e Igor moro em Brasília, tenho uma empresa de vendas de peças e serviços de instalação de gás GLP e sistema central de água quente, já trabalho no ramo a 16 anos , porém trabalhava de empregado , ha 2 anos e 3 meses abri a minha própria empresa com sociedade com meu irmão, temos muito conhecimento técnico na área que atuamos, porém não temos conhecimento administrativo. No começo tínhamos poucos serviços, mas a despesas eram pequenas, pois era apenas eu e meu irmão, até que conseguimos cadastrar nossa empresa em uma companhia de gás, com isso aumentou muito volume de serviço tivemos que contratar funcionários, compramos 3 veículos financiados , e com isso começou aparecer as dificuldades , porque a empresa que prestamos serviço precisamos entrar com todo material e serviço e só depois do serviço pronto que recebemos , demorando em torno de 40/60 dias o recebimento , como não tínhamos capital de giro tivemos que fazer um empréstimo no banco , resultado, o que nos ganhávamos que deveria ser lucro , tivemos que pagar de juros. Situação atual da nossa empresa: Estamos com o nome da empresa com protesto, por isso não conseguimos novos créditos, estamos com dificuldade para pagar os funcionários, devido as dificuldades financeiras estamos deixando de pegar novos serviços, e deixando de colocar em pratica nossas ideias tento em vista que nosso ramo de atuação é bom. Nos ajude não quero ver o nosso sonho acabar .
Olá Igor
Que enrosco meu amigo, mas posso te dizer que estes são cometidos por grande parte das micro e pequenas empresas exatamente pela falta de conhecimentos administrativos. Quando se tem um “bom contrato” pela frente quer abraçá-lo na hora, sem mesmo avaliar bem seu teor e a sua capacidade de atendê-lo.
Veja o seu contrato, com certeza rezava que o pagamento seria feito somente após o término do serviço e com um prazo maior para receber e que isso significava que você teria que ter capital de giro suficiente não somente para arcar com os custos dos materiais empregados no serviço como também para suportar as despesas da empresa durante esse período de não recebimento pelo seu trabalho.
Vocês para cumprir o contrato tiveram que contratar funcionários e ainda adquiriram três veículos financiados sem avaliar seu fluxo de caixa, resultado a empresa ficou numa situação de inadimplência.
Bem meu caro, nada é impossível de ser resolvido, porém terá que buscar uma redução forte de seus custos, aumentar suas receitas e começar a negociar com os seus credores.
Caso o protesto tenha sido feito por algum fornecedor, terá que chamá-lo para uma negociação buscando um parcelamento da dívida com valores que possam ser compatíveis com sua capacidade de pagamento, mesmo que isso insira um pequeno juro, mas cuidado para que este para não seja abusivo, se conseguir sem juros melhor ainda. Essa negociação envolve a retirada do título do protesto, o que acaba “limpando” o nome da empresa e podendo abrir uma nova linha de crédito com os agentes financeiros.
Caso seja um banco, procure seu gerente e busque uma negociação da dívida em maiores prazos, negocie bem para conseguir as menores taxas de juros. A partir do acordo seu título será tirado do cartório.
Em ambos os casos terá que ser muito sincero com o credor colocando sua situação e mostrando que está disposto a quitar a dívida, mas dentro de suas condições de pagamento, não assuma nenhum acordo que não possa cumprir. Em geral o credor prefere um acordo a não receber.
Quanto aos veículos financiados, será que nesse momento você precisa dos três, pense bem se não daria um jeito de trabalhar com dois e um seria negociado diminuindo sua dívida. Não sei como estão os financiamentos dos veículos e se é possível no momento fazer a quitação de algum deles, veja com a financeira quando fica para quitar um veículo à vista e veja se o mercado paga esse valor, caso isso seja positivo, seria interessante diminuir um financiamento ou dois se puder. Agora se os veículos forem imprescindíveis para o seu trabalho e não tiver nenhum jeito de diminuir essa despesa, terá que arcar com os financiamentos.
Converse com a empresa de gás e veja se não tem uma forma de antecipar um pouco mais esses pagamentos, explique sua situação. Vale a pena tentar, embora se todas essas condições estiverem em contrato não será muito fácil conseguir mudar qualquer coisa, mas se não tentar nunca saberá se é possível.
Em últimos casos avalie se é conveniente manter o mesmo número de funcionários já que estão tendo dificuldades em pagá-los, talvez seja o momento de reduzir seu quadro de funcionários. Agora lembre-se que toda demissão tem custos. Sei que não é agradável demitir, mas se não recuperar as finanças da empresa não conseguira mantê-la aberta ai então será pior para todos.
Faça um levantamento de todos os custos e despesas e veja o que pode ser cortado e/ou economizado. Cortar tudo aquilo que pode ser considerado supérfluo e buscar economizar em coisas básicas tais como telefones fixos e principalmente celulares, combustível, luz, etc. É um momento do que chamamos economia de guerra, gastos somente com o indispensável.
Infelizmente nesse momento os corte e reduções também atingirão as retiradas dos sócios, que deverão ser trabalhadas para o mínimo necessário, é claro que isso também irá impactar na sua vida pessoal onde também deverão ser trabalhadas as economias, isso não é fácil, mas não dá para sangrar mais a empresa.
Os recursos que entrar na empresa deverão ser utilizados com inteligência no sentido do que pagar no momento, o que poderá esperar mais um pouco ou ser negociado mais alguns dias, em fim nem sempre vai dar para pagar todos no mês então terá que priorizar aquilo que é essencial para o funcionamento da empresa e as outras dívidas você irá quitando aos poucos com pouco de atraso, mas se não tiver jeito é o que se pode fazer.
Serão períodos difíceis, mas necessários para fazer a empresa sair do vermelho.
Por outro lado terá que estar buscando mais clientes, principalmente aqueles em que possa pedir uma entrada para a realização do serviço, valor este que deverá ser utilizado para comprar o material necessário à realização do mesmo, ou para cobrir suas despesas operacionais caso deixe a compra do material por conta do cliente, que nesse momento é preferível. Os serviços devem ser realizados mais rapidamente para agilizar a entrada da receita.
Você só deve tomar cuidado para não entrar num circulo vicioso comum das pessoas que se encontram nessa situação que é pegar dinheiro de entrada para um serviço, gastá-lo com material para realizar um anterior e ficar na sempre na dependência do próximo para poder realizar o atual. Isso não dá certo porque você acaba atrasando a entrega e se não conseguir um novo serviço o último ficará descoberto.
Eu te aconselharia após passada essa tormenta a se capacitar para entender a parte administrativa da empresa para não ter mais esse tipo de problema, é necessário que o empresário tenha sempre sua empresa nas mãos e saibam com interpretar seus números financeiros, vocês estão sentindo na pela as consequências dos erros administrativos. Entre no site do SEBRAE http://www.ead.sebrae.com.br e veja as capacitações que estão à sua disposição de forma gratuita e que podem ser feitas via web. Veja os seguintes cursos: Aprender a Empreender; Gestão e Planejamento Financeiro e Como Vender Mais e Melhor, são capacitações de curta duração, mas que te darão uma boa base de conhecimento.
Creio que nesse momento é o que tenho para te falar em função das informações que temos. Se não se sentir seguro para realizar essas tarefas, procure um consultor de finanças do SEBRAE local que de posse de todas as informações do seu financeiro possa te indicar ações mais dirigidas.
Espero ter ajudado caso necessite de mais informações escreva-nos novamente.
Boa sorte e muita “cabeça fria” nesse momento para poder tomar as decisões mais acertadas não tem espaço para errar.
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 4 de maio
Eder 2 de maio
Seu comentário…Seu comentário…Boa noite
Nao tenho Socio nao, e a respeito de abrir outra conta acho que nao expliquei direito,quiz dizer que pegaria outra conta da empresa em outro banco, e faria como se fosse uma troca de cheque nela, deixando a carteira de cheque neste banco e depositando o dinheiro na outra conta da empresa a vista, onde temos a conta com entrada e saida.
E que no meu ponto de vista imagino assim, tenho uma margem de desconto de 5% a vista, quando vendemos bem a vista e pouco aprazo parece que o dinheiro rende mais, pois entrou em dinheiro e nao em cheque,entao pensei se eu pega se um dinheiro proprio para nao misturar com o da empresa, apesar de nao ter socio gosto das minhas coisas muito separadas, para nao sobrecarregar aempresa, assim se entra se um pedido em 6 vezes de 1000,00 eu receberia 1000,00 por mes, entao eu depositaria 6,000,00 nao conta da empresa a vista e ficaria com o cheque nao outra conta que te falei, e iria depositando ele conforme fosse chegando os dias, e assm faria com todos e com este dinheiro que entrou avista ou posso aproveitar uma oportunidade de compra,tenho maior controle do que ganho e o que gasto ou posso colocar em um CDB etc, sei que como dinheiro sai do meu bolso, daria no mesmo ter os cheques guardados ou em dinheiro, mais acho que se estiver em dinheiro, teria a firma mais solida e temos como alavancar mais as coisas,e nao terai aquela sensacao de ter trabalhado tando e no fim do mes nao ter guardado nada pois ele esta para receber, esta na realidade e a minha opiniao, entao queria saber agora que te expliquei sua opiniao ,se isto e besteira, ou se deveria tentar fazer para ver o que da ?
Este ano conversei com um empresario amigo meu que 2 empresa de porte medio para grande,, ele me disse que recebe tudo a vista, e o que entra a prazo, mesmo sem ele precisar troca os cheques( no caso dele e cartao) em dinheiro eles consideram toda as vendas a vista , pois o que ele me disse era que eles cobram uma% a mais do cliente quando esta compra e parcelada, entao este a + que eles cobram do cliente e justamente para eles pagam os juros da troca e entra em caixa a vista, pois disse que nao vale a pena a empresa ficar com valores para receber em 10x, pois este dinheiro que ele pega a vista ele o que ele gira com ele neste 10 messes e os descontos que ele tem nas compras superam muito a rentabilidade que ele teria recebendo parcelado,bom tambem temos que levar em conta que nao sei a funda a saude da empresa dele, mais aparentemente ele e muito bem sucedido no ramo dele.
Olá Eder
Eu sabia que você escreveria de novo e isso é muito bom, pois à medida que vamos trocando informações temos mais condições de opinar.
Vamos lá, como você não tem sócio então o dinheiro que esta nas contas é seu, ou seja, da empresa, então você poderá trabalhar da forma que quiser.
Como dissemos anteriormente se ter o dinheiro na empresa é bom para fazer bons negócios à vista onde os descontos são maiores que os juros cobrados no desconto dos cheques, então vale a pena a troca dos mesmos e deixar o dinheiro em caixa. Por outro lado avaliando a questão aplicação em CDB, poderá ser vantajoso dependendo do volume aplicado, o que eu quero dizer é o seguinte, de um lado você aumentará o volume de dinheiro da empresa para aplicação e diminuirá o seu capital particular nas aplicações, então se o volume de dinheiro aplicado na empresa compensar trazendo rendimento que serão maiores que na sua aplicação particular então novamente valerá a pena, neste caso os juros cobrados no desconto dos cheques deverão cobrir o que você ganharia se fizesse qualquer outra aplicação. São casos que devem ser estudados.
Agora meu caro Eder, volto a repetir se isso não trouxer nenhuma das vantagens citadas daria na mesma descontar os cheques ou incorporá-los em seu fluxo de caixa normal, porém se isto te incomoda e vai facilitar seu controle de entrada e saída, vale a pena tentar, não fará mal a empresa, pelo contrário a empresa do Eder agradece ao Eder por ter descontados seus cheques a uma taxa baixa de mercado possibilitando assim ela ter as entradas todas a vista e investir todo o capital disponível da empresa, em contraposição o Eder pessoa física injetou dinheiro em outra conta da empresa para poder trocar os cheques e colocar o dinheiro na conta principal que utiliza para controle de entrada e saída. Novamente o Eder que esta pegando seu capital pessoal para esse negócio tem que ter compensação.
Como você gosta de ter suas contas bem separadas é necessário sempre pensar o que ganha a pessoa física em fazer esse tipo de transação e o que ganha a pessoa jurídica embora no fundo são as mesmas pessoas.
Espero ter ajudado caso queira continuar trocando idéias sobre este ou outro assunto qualquer basta escrever-nos novamente.
Sucesso
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Edson Pereira 3 de maio
Magali 1 de maio
Olá, Magali, trabalho no ramo da cultura. Abri uma ME em novembro de 2011, depois de 03 anos de trabalho autônomo. Hoje direciono meu trabalho a carreira de um acordeonista que está no ramo a 20 anos e faço presto serviço na formatação de projetos de lei de incentivo.
Apesar de eu conseguir realizar tournées internacionais com o músico a cada dois meses temos crise na empresa de não ter R$ para comer e muitas dividas. Preciso aumentar minha venda, e não estou conseguindo.
Olá Magali
Fica difícil de te responder qualquer coisa sem maiores informações sobre o que são estas dívidas contraídas que tem te deixado sem dinheiro algum, até mesmo por ser uma prestadora de serviços onde o custo operacional para manter um pequeno escritório se for caso, é baixo.
Agora se dívidas contraídas são resultantes do agenciamento da carreira do músico com viagens, hospedagem entre outros é melhor rever o que você esta cobrando pela tournée, se eles efetivamente estão dando lucro.
Se estes eventos são realizados a cada dois meses seu retorno deve ser o suficiente para se manter durante este período. O que provavelmente esta acontecendo é que a lucratividade do evento é muito baixa, você esta trocando ou perdendo dinheiro. Agora se sua é investir na carreira do músico é preciso ter recursos para isso, caso contrário vai só contrair dívidas.
Pelo que entendi você esta trabalhando em cima de um só cliente então nesse caso ele tem que ser lucrativo.
Na questão de elaboração de projetos seu mercado é bem concorrido e para aumentar suas vendas terá que garimpar clientes, o que não é muito fácil, e para isso terá que divulgar seus serviços junto ao seu público que pode usufruir das leis de incentivo, buscar empresas que pretendam trabalhar projetos culturais e ofertar seus serviços de consultoria, fazer parcerias com organizações e auxiliá-las na elaboração de seus projetos atuando como consultora. Muitas vezes terá que trabalhar no risco, ou seja, a organização a princípio não tem recurso para contratá-la e somente após o projeto aprovado, se aprovado, é que terão condições de pagar seu trabalho, nesse caso seus custos estarão embutidos em alguma rubrica do projeto.
Em fim é preciso de tempo e disposição para sair a busca destas oportunidades, não é um trabalho que se anuncia em um jornal e os clientes aparecem. Um site poderá ajudá-la nessa divulgação, e use e abuse das redes sociais para divulgar seus trabalhos. Aproveite para colocar depoimentos de seus casos de sucesso isso dará mais credibilidade para os interessados em ver que suas ações trazem resultados positivos.
Procure montar um mailing de seus potenciais clientes, selecione os de maior interesse, elabore um portfólio de sua empresa e agende visitas para apresentar seus trabalhos e vá à luta que é árdua, mas pode ser compensadora.
Infelizmente não posso te ajudar mais na questão financeira, pois as informações são muito poucas, agora se tiver interesse envie-nos mais informações sobre o que esta endividando tanto sua empresa e sobre as receitas que tem obtido nessas tournées, com isso teremos mais subsídios para te direcionar em ações mais efetivas.
Espero ter ajudado caso necessite escreva-nos novamente.
Sucesso
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 1 de maio
Eder 1 de maio
Seu comentário…Boa noite
Tenho uma marmoraria quando comecei ela pequena acho que era mais facil de controlar, agora esta crescendo esta ficando mais dificil, porisso gostaria de uma opiniao sua, tenho muitas duvidas, a principal dela e a seguinte,a minha empresa e solida temos um bom capital de giro, temos um bom estoque porem hoje em dia a maioria dos nossos clientes pagam em 6x sem juros, devido as fortes concorrencias fazerem neste prazo ,com isto tem messes que nosso lucro fica nos cheques,(exemplo comeco o mes com um valor em dinheiro e termino ele com o mesmo valor em dinheiro ou pouca coisa a mais ou a menos, o que entra em dinheiro cobre as despesas , mais se vc juntar o que gastou e o que vendeu teve o lucro porem ele esta nos cheques pre datados) nao trocamos nada dos cheques ficamos com eles e depositamos em seus respequitivos dias, e as compras de materia prima sao feitas avista para se obter um bom desconto, no meu caso o que seria melhor e o mais correto a fazer , trocar os cheques e receber o montante avista mesmo pagando taxa para o banco ? e assim tendo toda a entrada como se estivesse vendido avista ? Abrir uma conta separada e individual da empresa e de recurso proprio nao misturando a empresa com esta conta e fazendo desta conta uma outra empresa (virtual) para fazer as trocas de cheque e assim ter uma taxa menor, ja que precisa existir a taxa para se ter uma reserva caso volte um cheque , a minha inadinprencia e mais ou menos 0,5% muito baixa, este dinheiro que faria a troca seria o meu particular e assim colocar na empresa o valor avista ?
ou manter igual e hoje capital de giro e os cheques depositando em cada mes de vencimento. Se possivel gostaria de saber qual a maneira correta e mais apropriada para o meu caso ?
Olá Eder
Vamos por parte na sua resposta:
1. Trocar os cheques com o banco pagando juros, isso seria adequado caso a empresa necessitasse do dinheiro para alguma outra ação, tais como: pagamento de dívidas com onde os juros inseridos por atraso são maiores que os cobrados pelo banco para desconto dos cheques e/ou investimentos necessários e de imediato. Caso contrario não tem sentido pagar juros aos bancos.
2. Não entendi a questão de abrir uma conta separada e individual da empresa, isso me leva a crer que você tem sócio e gostaria de abrir uma conta com recursos próprios para trocar os cheques da empresa cobrando taxas menores que as oferecidas pelo banco. Se este for o caso:
a) a conta não pode estar no nome da empresa, mesmo sendo somente você o administrador desta, os recursos nela depositados inerentes de qualquer transação pertencem à empresa, pois a conta estaria cadastrada como pessoa jurídica no seu CNPJ e sujeita às tributações legais.
b) se a conta for particular e utilizada somente para desconto de cheques da empresa, cuidado você não é agente financeiro e nem uma factoring que são empresas autorizadas por Lei a fazer esse tipo de negociação, caso contrário isso pode caracterizar uma atividade ilegal. Isso não impede que em alguma situação mais crítica isso não possa ser negociado com a empresa, o que não pode é se tornar uma atividade cotidiana e lucrativa.
3. Como você afirma que a empresa tem capital de giro suficiente para manter as compras a vista os custos da empresa os cheques poderão entrar em um fluxo de caixa normal, onde as primeiras parcelas seriam utilizadas para cobrir o capital de giro empregado e as restantes formariam seu lucro, é para que isso que serve o capital de giro para poder suprir essas necessidades e suportar o financiamento junto aos clientes, o que em minha opinião é o mais apropriado.
Meu caro Eder. Espero ter sido esclarecedor em minha resposta, pois eles estão baseadas nas poucas informações que tenho do financeiro de sua empresa. Caso ache necessário mais esclarecimentos entre em contato novamente conosco.
Sucesso em sua empresa e bons negócios.
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 1 de maio
Jéssica 15 de abril
ola meu nome é Jéssica tenho uma empresa de cosmeticos era do meu pai e do meu irmão só que a situaçao financeira deles nao estava mto boa e a empresa estava indo de mal a pior, resolvi largar tudo o que eu fazia pra comprar e tenter reerguer a loja, no começo eu estorei foi otimo cada dia que passava melhora ainda mais, como vi que estava bombando fui com muita sede ao pote e fiz besteiras, comprei um monte de mercadorias enchi a loja, mais foi bem no fim do ano, minhas dividas ficaram enormes agora as dividas juntaram td eu esto sem dinheiro pra pagar, to sem mercadoria, nao sei mais o que faço, as contas todas juntas pra pagar nao tenho mercadoria e sem mercadoria nao da pra fazer dinheiro pra pagar o que devo…. me ajudem por favor, nao quero fechar nem vender minha vida esta ali mais nao vejo nenhum alternativa…..
agradeço a todos pela atençao
Olá Jéssica
O problema parece bem complicado, na conjuntura atual erros administrativos são muito difíceis de recuperar. Eu não entendi o seguinte, se você encheu a loja de produtos bem no final do ano, a princípio essas mercadorias poderiam ter ficado no estoque pelo fato do grande “boom” de compras natalinas já ter passado, então nesse caso estaríamos recomendando uma grande queima de estoque para fazer giro de capital rápido e poder repor as mercadorias para continuar com a empresa girando, porém você afirma estar sem mercadoria, então aí me leva a crer que as vendas foram feitas e o dinheiro foi gasto em qualquer outra coisa menos para pagamentos das dívidas da loja e/ou reposição de mercadorias.
Me desculpe Jessica, mas se foi isso que aconteceu foi uma atitude administrativamente irresponsável, pois você já deveria saber o que iria acontecer pela frente.
Nesse caso não tem muita alternativa se não injetar dinheiro em sua loja, e aí terá que buscar os agentes financeiros para isso, se é que seu crédito ainda existe, pois se seu nome já foi apontado nos órgãos de proteção ao crédito dificilmente conseguirá ajuda principalmente nos bancos, terá então que apelar para outros agentes do tipo factoring que muitas vezes acabam por emprestar dinheiro mesmo com restrições de crédito, é claro que as taxas de juros são mais altas. Agora cuidado ninguém faz milagres com certeza os juros ou garantias exigidas serão maiores, avalie bem a oferta antes de aceitá-la, não busque somente uma procure aquelas que mais podem te oferecer vantagens, ou aquelas que os juros e os prazos são melhores.
Cabe lembrar que qualquer que seja o agente financeiro a concessão de qualquer empréstimo estará sujeita à sua capacidade de pagamento.
Por outro lado, caso tenha algum bem que possa ser liquidado de forma rápida, tipo veículo ou refinanciado com troco para fazer dinheiro também é uma boa alternativa para salvar sua loja. Você não será a primeira e nem a última empresária a fazer isso para salvar a empresa.
Outra solução será buscar junto a parentes e amigos um empréstimo e por fim buscar um sócio capitalista, alguém que possa se interessar pelo negócio e injetar capital na loja em troca de parte de cotas societárias.
Caso não consiga os valores necessários ou somente parte deles o negócio é procurar seus fornecedores e tentar uma negociação da dívida e uma possível compra de novos produtos, o que não é muito fácil, mas isso vai depender muito do seu relacionamento com eles. Depois de isso buscar negociar com os outros credores prazos maiores para pagamento, refinanciamentos, ou seja, fazer com as parcelas de sua renegociação caibam dentro de sua capacidade de pagamento.
Quanto a fechar o negócio é uma decisão sua dentro desse cenário, mas aconselharia a tentar todas as alternativas possíveis antes de tomar qualquer essa decisão.
No momento infelizmente é o que podemos te dizer, terá que correr atrás do prejuízo e de cabeça fria para tomar qualquer atitude, pois nesse momento não tem espaço para passos errados.
Espero ter ajudado caso necessite de mais informações escreva-nos novamente.
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 24 de abril
Thiago 29 de março
Muito boa a materia.
Muitas empresas tem dificuldade de parar de apagar incendios e ficam sempre no mesmo lugar.
acho muito importante buscar um olhar de fora para acelerar esse processo
abcs
silvania de souza 21 de março
Boa tarde! meu nome é Silvania, tenho uma pequena loja de roupas masculina, feminina e infantil ha 16 anos. Alguns clientes fieis e outros que não pagam sua contas em dia e este começo de ano aumentou muito o numero de cliente em atraso com a loja, com isso as vezes deixo o estoque baixar por falta de capital alem disso as vendas cairam muito, o inverno ta chegando e eu preciso colocar mercadoria na loja. Quero saber como eu faço pra sair do vermelho e passar a fazer compras a vista e diminuir a inadimplência.
Olá Silvania!
A gestão financeira de capital de giro é importantíssima para o $uce$$o empresarial. Segundo o Instituto de Estudos financeiros “o capital de giro representa, em média, 30 a 40% do total dos ativos de uma empresa”. Ainda segundo o IEF, o capital de giro precisa de acompanhamento permanente, pois está continuamente sofrendo o impacto das diversas mudanças enfrentadas pela empresa. Desta forma o empreendedor se vê a todo instante buscando solução para os problemas de capital de giro.
Preventivamente deve ser formada uma reserva financeira para enfrentar as mudanças inesperadas no quadro financeiro da empresa que deverá levar em conta o grau de proteção que se deseja para o capital de giro. O IEF sugere uma análise do tipo “o que aconteceria ao capital de giro se…” para se formular a estimativa do volume da reserva financeira. Outra forma seria encurtar seu ciclo econômico que se resume no tempo necessário à transformação dos insumos adquiridos em produtos ou serviços, que no seu caso representaria aumentar o giro dos estoques ou diminuir o ciclo de compras. Você poderia ainda melhorar seu capital de giro com a redução da inadimplência dos clientes (se for o caso melhorando sua concessão de crédito), com o não endividamento a qualquer custo (comprando o estritamente necessário), se for o caso, alongando o perfil do seu endividamento, implantando um programa de redução de custos, substituindo passivos com a troca de uma dívida por outra de menor custo financeiro. Cada caso é um caso e desta forma você deve buscar a que melhor se adéqüe a necessidade de seu empreendimento. De toda forma, fique com a sugestão do IEF de que o capital de giro deve representar de 30% a 40% do total de ativos de seu empreendimento. Para começar você pode ir formando o “ Fundo de Reserva” com depósito de importâncias em uma poupança até que esta atinja o percentual estipulado por você, Para maiores informações, visite o site do IEF http://www.ief.com.br.
Visite o site abaixo e obtenha informações sobre todos os tipos de financiamentos disponíveis e os Fundos Garantidores que você poderá fazer uso, caso necessário:
http://www.sebrae.com.br/customizado/uasf/onde-buscar-credito/micro-e-pequena-empresa
Quanto a crédito, para pessoa jurídica, estão disponibilizadas no mercado linhas para capital de giro e aquisição de bens, por exemplo, especialmente voltados para empreendimento como o seu. Na sua grande maioria são linhas disponibilizadas via Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e bancos de fomento regional (estadual e ou municipal). Quanto a burocracias e rapidez, tudo vai depender da disponibilidade local da linha de crédito. Entenda que o BNDES tem como uma de suas prioridades o apoio a micros, pequenas e médias empresas de todo o país não só pelo importante papel destas na geração de empregos e renda bem como para ampliar a competitividade e fortalecer a economia brasileira. Outro fator importante é de que o BNDES analisa a concessão de um financiamento às empresas de menor porte sob critérios diferenciados e por isso, oferece várias opções de financiamento com as melhores condições de custos, prazos e níveis de participação, destinadas a facilitar o acesso ao crédito. Veja que não há distinção da forma de constituição da empresa, qual seja se firma individual ou sociedade por cotas limitadas. O que importa é a capacidade de pagamento e a garantia. Os fundos garantidores FGI e FGO, por exemplo, são disponibilizados para micro e pequenas empresas.
Quanto a linhas com maior volume de capital, é interessante verificar ai na sua região junto ao Banco de Fomento Regional, ao Banco do Brasil e ou a Caixa Econômica Federal as recentes linhas de incentivo a pequenas empresas que listo mais abaixo. A carência está diretamente ligada ao período que você necessita para começar a “girar” o seu empreendimento, daí ser muito importante elaborar um plano de negócios bem dentro da realidade que você irá encontrar. Pesquise, entre outras coisas, no site http://WWW.bndes.org.br sobre o “cartão BNDES” que também me parece ser bem interessante para você.
Existem várias linhas de crédito para empresas. Posso citar, entre outras, linhas de crédito voltadas para:
• implantação, modernização e ampliação de ativos fixos;
• aquisição de máquinas e equipamentos novos, inclusive conjuntos de sistemas industriais, produzidos nos país e credenciados no BNDES, que apresentem índice de nacionalização igual ou superior a 60% ou que cumpram o Processo Produtivo Básico;
• capital de giro associado exclusivamente a investimentos para implantação ou ampliação de ativos fixos, calculado em função das necessidades específicas do empreendimento;
Será necessário desenvolver um plano de negócio. Permita-me fazer uma pequena explanação sobre plano de negócio. Segundo Dornelas o que se espera de um plano de negócios é que o mesmo seja uma ferramenta para o empreendedor expor suas idéias em uma linguagem que os leitores do plano de negócios entendam e, principalmente, que mostre viabilidade e probabilidade de sucesso em seu mercado. Sua aplicabilidade é tanto para o lançamento de novos empreendimentos quanto para o planejamento de empresas já estabelecidas. O plano de negócio é importante para demonstrar a viabilidade de um empreendimento, pois demonstra como serão atingidas as metas estabelecidas. Desta forma podemos dizer que o plano de negócios é o guia do empresário, e para tanto deve ser revisado periodicamente permitindo com suas necessárias alterações vender a idéia do empreendimento. Basicamente um plano de negócios é constituído de: Capa, Sumário, Sumário Executivo, Planejamento Estratégico do Negócio, Descrição da Empresa, Produtos e Serviços, Plano Operacional, Plano de Recursos Humanos, Análise de Mercado, Plano de Marketing, Plano Financeiro e Anexo. Vá até o site do portal do plano, de negócios e você encontrará várias dicas e cursos voltados para esta área: http://www.planodenegocios.com.br/. No tocante a elaboração de um PL você pode se utilizar de um software disponível no endereço:
http://www.sebraeminas.com.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/softwareplanodenegocio.zip.
Sugiro ainda que você procure o SEBRAE mais próximo, para dar continuidade e ou aprofundar às explanações que lhe passarei. Ligue na Central de Relacionamento – 0800 570 0800 ou pelo site http://www.sebraesp.com.br.
Por fim, permita-me neste momento abordar aspectos ligados a capacitação gerencial. Para isto gostaria de recomendar a você cursos que lhe auxiliará na gestão empresarial. Primeiramente gostaria de falar do EMPRETEC. O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. O EMPRETEC é dirigido a empresários e/ou pessoas interessadas em montar e ou desenvolver seu próprio negócio. A metodologia é vivencial e altamente interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Existem outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para a execução.
Sugiro ainda o curso viltado para a área financeira que, permitirá a você conhecer uma das facetas administrativas empresariais mais importantes para o sucesso de um negócio, qual sejam as finanças empresariais. Como complementaridade interessante ao desenvolvimento de seu negócio, posso lhe sugerir ainda o curso “D’olho na qualidade” e “atendimento ao cliente”. O curso “D’olho na qualidade” tem por objetivo levar o participante a conhecer e praticar o D-OLHO (Descarte, Organização, Limpeza, Higiene e Ordem mantida), a fim de implementá-lo na empresa, trazendo um novo hábito para o desenvolvimento do trabalho diário das pessoas, otimizando os recursos, melhorando o bem-estar físico, mental e social de todos, e respeitando a relação com o meio ambiente. Já o curso de “atendimento ao cliente” busca estudar e desenvolver ações e procedimentos de atendimento ao cliente visando satisfazê-lo e criar uma imagem sólida e positiva da empresa. Busca ainda desenvolver uma comunicação eficaz de maneira a compreender os desejos e expectativas do cliente e avaliar se ele está satisfeito com o atendimento que vem recebendo.
Importante frisar ainda que seja de suma importância que você venha a fazer capacitações com cursos e palestras diretamente ligadas a sua área de atuação e os relativos à inovação. A inovação é fundamental, pois certamente fará o diferencial na hora de enfrentar a concorrência e prosperar nos negócios.
Parabéns por sua visão empreendedora. Coloco-me as ordens para novos questionamentos ou aprofundar alguma das idéias acima.
Atc
Marcos Ribeiro
Consultor SEBRAE/NA
Consultor Sebrae 29 de março
Raquel 13 de março
Olá meu nome é Raquel, tenho uma empresa na área de Gestão de Pessoas, temos idéias criativas, buscamos inovar e fechar parcerias com profissionais que já atuam na área, nos preocupamos com o marketing, mas por ser uma empresa nova no mercado (menos de 01 ano), estamos encontrando dificuldades de fechar alguns serviços. E isto vem afetando nossos resultados e consequentemente pode vir a nos levar à falência. O que poderia ser feito?
Olá Raquel!
O prazo de maturação de um empreendimento é longo e o empreendedor deve persistir, diga-se de passagem, esta é uma das características do empreendedor de $uce$$o a persistência. Neste começo, fase de crescimento no ciclo de vida da empresa, você precisa desenvolver uma estratégia de comunicação diferenciada de forma a tornar conhecido o seu serviço. Você precisa estabelecer e manter uma linha de comunicação, entendimento e aceitação entre você e os seus potências clientes. Esta é a grande estratégia de marketing, se comunicar com o público potencial de forma a transformá-lo em peça fundamental para o negócio, qual seja, um cliente fiel. Você pode divulgar o seu trabalho, por exemplo, desenvolvendo: palestras sobre o tema, em associações de empresários, de segmentos empresariais específicos etc, ou ocupando espaços na mídia, massificando a comunicação por panfletagem, etc. Observe que em todas estas sugestões você deverá explicar os valores fundamentais do seu ramo de serviço de forma ao público em geral conhecer seus valores e assim “aceitar/contratar” os seus serviços. Entenda que o consumidor precisa perceber um valor agregado de interesse para então utilizar o serviço, razão pela qual você precisa comunicar isto. Está estratégia está afeta a posicionamento de mercado/serviço, que é um campo da gestão mercadológica bem amplo e complexo, pois envolve estudo de mercado e comportamento de consumidor dentre outros aspectos de relevância para implantação de um bom posicionamento de um produto. Posição de um produto é a forma como um produto é definido pelos consumidores quanto a seus atributos mais importantes. É o lugar que o produto ocupa na cabeça dos consumidores. A posição de um produto é um complexo grupo de percepções, impressões e sentimentos do consumidor sobre um produto com relação aos produtos concorrentes.
A empresa pode adotar diversas estratégias de posicionamento: atributos específicos do produto/serviço, ocasiões de uso do produto, classes de uso do produto, contra um concorrente, em contrate aos concorrentes e classes de produtos. Entendo que no seu caso o posicionamento, por atributos específicos do produto/serviço é o que se encaixa melhor.
Na estratégia de atributos específicos do produto/serviço, a empresa enfatiza algum ( s ) atributo específico do produto, como por exemplo, a importância do produto/serviço para o consumidor, a qualidade, o preço baixo, o desempenho ou ambos. Como lhe disse anteriormente depois de optar por uma determinada posição, a empresa deve tomar medidas para desenvolver e comunicar aos consumidores alvo a posição escolhida. Esta claro que você tem de comunicar ao consumidor o diferencial dos seus serviços em relação ao concorrente. Entenda que não necessariamente estamos falando de “preço”, pois o nosso diferencial pode estar em um serviço superior ao da concorrência.
Outra estratégia parte do principio de ao levarmos em conta que o consumidor de serviços se detém em saber o quanto pode confiar no prestador de serviço, em razão da intangibilidade do serviço o que o leva a procurar saber com quem já utilizou o serviço sobre indicações do mesmo, você pode se valer do sistema de indicação. Lorna Riley, autora do livro 76 WAYS TO BUILD A STRAIGHT REFERRAL BUSINESS, diz que as indicações são a estratégia mais poderosa para aumentar o leque de clientes porque elas eliminam a suposta perda de tempo comercial, com a eliminação de passos na venda como, por exemplo, o convencimento do cliente. Ainda segundo ela as indicações são um dividendo no serviço superior. Se você fornecer o serviço excelente a outros, você só não ganhou o direito de pedir indicações, mais também de que o outro lhos ofereçam a terceiros. Pessoas são naturalmente ansiosas para falar com outros sobre produtos e serviços que os ajudem a resolver problemas. Chama-se “trabalho de boca ou boca a boca”. Procure na sua cidade o livro que citei e nele você encontrará muitas dicas (76 idéias) para aprimorar seu sistema de indicação que reitero, funciona. Pesquise estas dicas estou certo que lhe serão bem uteis.
Permita-me falar neste momento de outro fator importantíssimo que é a capacitação gerencial. Desta forma permita-me também sugerir a você cursos que lhe auxiliara na gestão empresarial. Primeiramente gostaria de falar do EMPRETEC. O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. O EMPRETEC é dirigido a empresários e/ou pessoas interessadas em montar e ou desenvolver seu próprio negócio. A metodologia é vivencial e altamente interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Existem outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para a execução.
Recomendaria ainda: “IPGN”, “Aprendendo a Empreender”, “Como Vender Mais e Melhor” e o curso de Análise e Planejamento Financeiro. O IPGN – iniciando um pequeno negócio, lhe permitirá ter noções de gestão de um empreendimento. Já no Aprendendo a Empreender vocês obterão noções de legislação e mercado, entre outros. O de vendas lhe proporcionará atingir a eficiência no que é importante para uma empresa, vender. Já o de finanças, permitirá a vocês conhecer uma das facetas administrativas empresariais mais importantes para o sucesso de um negócio, qual sejam as finanças empresariais. Como complementaridade interessante ao desenvolvimento de seu negócio, posso lhe sugerir ainda o curso “D’olho na qualidade” e “atendimento ao cliente”. O curso “D’olho na qualidade” tem por objetivo levar o participante a conhecer e praticar o D-OLHO (Descarte, Organização, Limpeza, Higiene e Ordem mantida), a fim de implementá-lo na empresa, trazendo um novo hábito para o desenvolvimento do trabalho diário das pessoas, otimizando os recursos, melhorando o bem-estar físico, mental e social de todos, e respeitando a relação com o meio ambiente. Já o curso de “atendimento ao cliente” busca estudar e desenvolver ações e procedimentos de atendimento ao cliente visando satisfazê-lo e criar uma imagem sólida e positiva da empresa. Busca ainda desenvolver uma comunicação eficaz de maneira a compreender os desejos e expectativas do cliente e avaliar se ele está satisfeito com o atendimento que vem recebendo.
Importante frisar ainda que seja de suma importância que você venha a fazer capacitações com cursos e palestras diretamente ligadas a sua área de atuação e os relativos à inovação. A inovação é fundamental, pois certamente fará o diferencial na hora de enfrentar a concorrência e prosperar nos negócios.
Procure o SEBRAE mais próximo de você que os mesmos lhe darão dicas de empresas de desenvolvimento de sistemas de controle de cartão fidelidade. Ligue na Central de Relacionamento – 0800 570 0800 ou pelo site http://www.sebraego.com.br.
Parabéns por sua visão empreendedora. Coloco-me as ordens para novos questionamentos ou aprofundar alguma das idéias acima.
Atc
Marcos Ribeiro
Consultor SEBRAE NA
Consultor Sebrae 13 de março
Márcia 12 de março
Olá meu nome é Márcia
Moro em Brasília-DF
Tenho 1 lojinha no shopping popular ,ja tem 1 ano e 3 meses.que montei essa lojinha
é de artigos de cozinha, é bem variada e sortida (de talher á capa de sofá);meu pai quem me ajudou a montar .nos 7 primeiros meses.a loja bombava,vendia bem.cheguei até pedir uma máquina de passar cartão,para melhorar e não perder vendas.Depois as vendas cairam muito.o dinheiro que entrava dava so pra pagar as taxas da feira.e dai foi piorando,acabei entregando a máquina de passar cartão pois não estava dando mais conta de pagar o aluguel da máquina.e as contas foi so se acumulando.
Hoje to no vermelho,não tenho capital para renovar o estoque.contas de luz atrasada,aluguel da loja também.faturas para pagar,tem dia que fecho a loja sem vender nada,passo semanas.o ponto também não ajuda.O local não é muito bom.
Pretendo sair de lá,abrir a loja em outro lugar.Mais to completamente no vermelho.To falindo.Não quero fechar a loja.não quero mais trabalhar para os outros.Tenho espírito de empreendedora.Vontade de crescer.Montei 1 site pelo conecte se negócio.
http://www.casacozinha.com.br
Me ajuda porfavor..
Olá Marcia!
Negocie os cheques que implicaram em restrições. Veja com o fornecedor que desta forma você não tem como “fazer negocio” e, por conseguinte, pagar a dívida.
Primeiramente CALMA! Nestes momentos devemos ter calma para termos condições de irmos passo a passo buscando a saída para os problemas. Quanto ao problema do endividamento será preciso:
1) NÃO TENHA MEDO! Tenha calma para buscar os caminhos corretos. Normalmente quando estamos “intranqüilos”, perdemos a noção da melhor saída, pois optamos sempre pela primeira.
2) Faça uma relação das dívidas em ordem da mais antiga para a mais recente
3) Negocie com todos os fornecedores de forma clara e sincera buscando alongar o prazo de pagamento para que o desembolso de caixa no período diminua.
4) Priorize nesta relação os fornecedores parceiros, ou seja, aqueles com quem temos um relacionamento mais próximo e por tanto sejam mais “abertos” a renegociar.
5) Procure esticar o perfil da dívida, ou seja, busque o longo prazo já que, pelo que posso perceber em seu relato, as dívidas comprometem o giro da sua empresa.
6) Busque linhas de financiamento no mercado apropriadas a sua empresa e que representem um custo financeiro menor. Desta forma você conseguirá pagar “à vista” aquelas dívidas que os fornecedores não queiram renegociar diretamente, e ou aquelas dividas que tenham “um grande desconto” para pagamento imediato.
7) Inove! Procure outros mercados, novos clientes, participe de feiras e eventos para demonstrar seus produtos e aumentar o giro de vendas.
9) PROCURE PARCEIROS PARA O NEGÓCIO DE FORMA A HAVER APORTE DE DINHEIRO.
Você pode se valer do micro crédito. O micro crédito, segundo o site da Associação Nacional de Direito ao Crédito, “é um pequeno empréstimo bancário destinado a apoiar pessoas que não têm acesso ao crédito bancário, mas querem desenvolver uma actividade económica por conta própria e, para isso, reúnem condições e capacidades pessoais, que antecipam o êxito da iniciativa que pretendem tomar”. Para “tomar” o micrcrédito será necessário ter um fiador que garanta até 20% do valor do empréstimo que deverá ser pago em até 48 meses. Você deve procurar a Caixa Economica Federal ou o Banco do Brasil e se informar mais sobre o microcrédito. No site da ANDC você encontrar excelentes esclarecimentos quanto ao microcrédito. Visite a página http://www.microcredito.com.pt/, e conheça mais.
Para lhes ajudar na gestão da empresa vou abordar aspectos relativos a custos, capital de giro, plano de negócio, e capacitação empresarial.
O desenvolvimento de um plano de negócio é importantíssimo nesta reconstrução empresarial. Segundo Dornelas o que se espera de um plano de negócios é que o mesmo seja uma ferramenta para o empreendedor expor suas idéias em uma linguagem que os leitores do plano de negócios entendam e, principalmente, que mostre viabilidade e probabilidade de sucesso em seu mercado. Sua aplicabilidade é tanto para o lançamento de novos empreendimentos quanto para o planejamento de empresas já estabelecidas. O plano de negócio é importante para demonstrar a viabilidade de um empreendimento, pois demonstra como serão atingidas as metas estabelecidas. Desta forma podemos dizer que o plano de negócios é o guia do empresário, e para tanto deve ser revisado periodicamente permitindo com suas necessárias alterações vender a idéia do empreendimento. Basicamente um plano de negócios é constituído de: Capa, Sumário, Sumário Executivo, Planejamento Estratégico do Negócio, Descrição da Empresa, Produtos e Serviços, Plano Operacional, Plano de Recursos Humanos, Análise de Mercado, Plano de Marketing, Plano Financeiro e Anexo. Vá até o site do portal do plano, de negócios e você encontrará várias dicas e cursos voltados para esta área: http://www.planodenegocios.com.br/. No tocante a elaboração de um PL você pode se utilizar de um software disponível no endereço:
http://www.sebraeminas.com.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/softwareplanodenegocio.zip.
A seguir vamos analisar a gestão de custo. Sabemos que o mercado com sua alta competitividade e elevada carga tributária, levam muitas empresas a estarem, a cada dia, com maiores dificuldades financeiras e, por conseguinte, dificuldades para crescer e ou para permanecer no mercado. Desta forma torna-se imprescindível aos administradores estabelecerem um eficiente controle de custos – já que, em tese, não é possível repassar aos preços finais de produtos e serviços eventuais ineficiências, desperdícios e excessos que se verificam na organização. Faz-se necessária uma eficaz gestão de preços para que seja possível enfrentar a concorrência. O lucro depende, fatalmente, destes dois fatores. Um adequado e rigoroso acompanhamento dos dispêndios havidos e o estabelecimento de um preço de venda que atenda ao consumidor e as necessidades empresariais sem perder de vista a concorrência. Podemos concluir que uma das melhores opções para sobrevivência no mercado é a obtenção de um adequado controle de custos dos produtos, mercadorias e serviços vendidos pelas empresas de forma a permitir a formação de preços de vendas. Segundo o site http://www.portaldecontabilidade.com.br/noticias/controle_custos.htm, chama-se “sistema de custo” o conjunto de informações contábeis e gerenciais para aferição de custos, monitoramento de orçamentos e decisões de preço de venda. No site http://www.via6.com/comunidade.php?cid=formulasexcel você encontra várias planilhas para controle de custos e que poderão lhe ajudar na gestão do preço.
Em seguida é preciso formar um plano financeiro onde o capital de giro seja contemplado. Segundo o Instituto de Estudos financeiros “o capital de giro representa, em média, 30 a 40% do total dos ativos de uma empresa”. Ainda segundo o IEF, o capital de giro precisa de acompanhamento permanente, pois está continuamente sofrendo o impacto das diversas mudanças enfrentadas pela empresa. Desta forma o empreendedor se vê a todo instante buscando solução para os problemas de capital de giro.
Preventivamente deve ser formada uma reserva financeira para enfrentar as mudanças inesperadas no quadro financeiro da empresa que deverá levar em conta o grau de proteção que se deseja para o capital de giro. O IEF sugere uma análise do tipo “o que aconteceria ao capital de giro se…” para se formular a estimativa do volume da reserva financeira. Outra forma seria encurtar seu ciclo econômico que se resume no tempo necessário à transformação dos insumos adquiridos em produtos ou serviços, que no seu caso representaria aumentar o giro dos estoques ou diminuir o ciclo de compras. Você poderia ainda melhorar seu capital de giro com a redução da inadimplência dos clientes (se for o caso melhorando sua concessão de crédito), com o não endividamento a qualquer custo (comprando o estritamente necessário), se for o caso, alongando o perfil do seu endividamento, implantando um programa de redução de custos, substituindo passivos com a troca de uma dívida por outra de menor custo financeiro. Cada caso é um caso e desta forma você deve buscar a que melhor se adéqüe a necessidade de seu empreendimento. De toda forma, fique com a sugestão do IEF de que o capital de giro deve representar de 30% a 40% do total de ativos de seu empreendimento. Para maiores informações, visite o site do IEF http://www.ief.com.br.
Por fim capacitação gerencial. Para isto gostaria de recomendar a vocês cursos que lhe auxiliará na gestão empresarial. Primeiramente gostaria de falar do EMPRETEC. O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. O EMPRETEC é dirigido a empresários e/ou pessoas interessadas em montar e ou desenvolver seu próprio negócio. A metodologia é vivencial e altamente interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Existem outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para a execução.
Recomendaria ainda: “IPGN”, “Aprendendo a Empreender”, “Como Vender Mais e Melhor” e o curso de Análise e Planejamento Financeiro. O IPGN – iniciando um pequeno negócio, lhe permitirá ter noções de gestão de um empreendimento. Já no Aprendendo a Empreender vocês obterão noções de legislação e mercado, entre outros. O de vendas lhe proporcionará atingir a eficiência no que é importante para uma empresa, vender. Já o de finanças, permitirá a vocês conhecer uma das facetas administrativas empresariais mais importantes para o sucesso de um negócio, qual sejam as finanças empresariais. Como complementaridade interessante ao desenvolvimento de seu negócio, posso lhe sugerir ainda o curso “D’olho na qualidade” e “atendimento ao cliente”. O curso “D’olho na qualidade” tem por objetivo levar o participante a conhecer e praticar o D-OLHO (Descarte, Organização, Limpeza, Higiene e Ordem mantida), a fim de implementá-lo na empresa, trazendo um novo hábito para o desenvolvimento do trabalho diário das pessoas, otimizando os recursos, melhorando o bem-estar físico, mental e social de todos, e respeitando a relação com o meio ambiente. Já o curso de “atendimento ao cliente” busca estudar e desenvolver ações e procedimentos de atendimento ao cliente visando satisfazê-lo e criar uma imagem sólida e positiva da empresa. Busca ainda desenvolver uma comunicação eficaz de maneira a compreender os desejos e expectativas do cliente e avaliar se ele está satisfeito com o atendimento que vem recebendo.
Importante frisar ainda que seja de suma importância que você venha a fazer capacitações com cursos e palestras diretamente ligadas a sua área de atuação e os relativos à inovação. A inovação é fundamental, pois certamente fará o diferencial na hora de enfrentar a concorrência e prosperar nos negócios.
Sugiro que você procure o SEBRAE mais próximo, para dar continuidade e ou aprofundar às explanações que lhe passarei. Ligue na Central de Relacionamento – 0800 570 0800 ou pelo site http://www.sebraedf.com.br.
Parabéns por sua visão empreendedora. Coloco-me as ordens para novos questionamentos ou aprofundar alguma das idéias acima.
Atc
Marcos Ribeiro
Consultor SEBRAE/NA
Consultor Sebrae 21 de março
Júlio tsubagakure 5 de março
Ola, sou Júlio e trabalho com meu pai a 14 anos, desde que foi aberta a firma, que trabalha no ramo de tornearia e ferramentaria. Sempre prestamos serviços de qualidade com bons preços no mercado, recentemente o gerente que já fazia 10 anos que estava conosco, falou que ia montar uma empresa para ele, até ai tudo bem. Mais quando saiu, tinha levado todos os clientes, e de quebra tambem os 2 melhores funcionarios. Meu pai não tinha um caixa guardado; logo depois teve de fazer emprestimos para pagar contas e funcionarios.
Precisamos de ajuda pois sempre prestamos um serviço de otima qualidade, e cada dia mais vejo o negocio da familia afundar.
Olá Julio!
Entendo que algumas vezes devemos analisar que o melhor funcionário deva vir a ser nosso sócio, obviamente com um pequeno percentual de participação. Por outro lado devemos analisar que a concorrência é sempre um bom incentivo para os negócios, pois nos leva a busca da melhoria continua. Neste momento o melhor caminho para vencer a concorrência é utilizar ações inovadoras e aprimoramento da área de comercialização da empresa. Adote algumas medidas e dicas que lhe passarei e busque entender o comportamento do consumidor e de seu segmento. Saiba que ações mercadológicas estão diretamente ligadas a comportamento do consumidor que, na maioria das vezes, é uma variável incontrolável. Por isto é necessário analisarmos aspectos inerentes a posicionamento do produto e ou de mercado. Posicionamento de mercado é um campo da gestão mercadológica bem amplo e complexo, pois envolve estudo de mercado e comportamento de consumidor dentre outros aspectos de relevância para implantação de um bom posicionamento de um produto. Posição de um produto é a forma como um produto é definido pelos consumidores quanto a seus atributos mais importantes. É o lugar que o produto ocupa na cabeça dos consumidores. A posição de um produto é um complexo grupo de percepções, impressões e sentimentos do consumidor sobre um produto com relação aos produtos concorrentes.
A empresa pode adotar diversas estratégias de posicionamento: atributos específicos do produto, como por exemplo, a qualidade, o preço baixo, o desempenho ou ambos; contra um concorrente quando a ênfase da empresa está na comparação de seu produto contra um concorrente destacando que o consumidor deve usar o seu produto, pois o da concorrência não é muito aceito no mercado e; em contrate aos concorrentes quando a ênfase da empresa está na comparação de seu produto contra um concorrente destacando que o consumidor deve usar o seu produto, pois o da concorrência não é muito aceito no mercado.
Para escolher e implantar uma estratégia de posicionamento o gestor deve se utilizar de três tarefas: identificação de um grupo de possíveis vantagens competitivas (aquilo que seu empreendimento é melhor que o concorrente), seleção das vantagens competitivas certas e comunicação e apresentação eficientes da posição escolhida para o mercado.
Na tarefa de identificação de um grupo de possíveis vantagens competitivas, o administrador, em razão dos consumidores escolherem produtos que lhes ofereçam maior valor, deve compreender as necessidades dos consumidores e os processos de compra melhor do que seus concorrentes, oferecendo assim mais valor.
Depois de optar por uma determinada posição, a empresa deve tomar medidas para desenvolver e comunicar aos consumidores alvo a posição escolhida. Esta claro que você tem de comunicar ao consumidor o diferencial dos seus serviços em relação ao concorrente. Entenda que não necessariamente estamos falando de “preço”, pois o nosso diferencial pode estar em um serviço superior ao da concorrência.
Outro aspecto que você pode analisar é o de desenvolver uma gestão estratégica voltada para relacionamento com o cliente e, em seu escopo, tendo como meta a sua fidelização e a fidelização da rede de relacionamento do cliente, ou seja, vislumbrar um sistema de indicação. Por mais que uma boa propaganda possa conseguir isso, nada supera um atendimento excepcional respaldado em um excelente CRM. O CRM tem também a finalidade de estruturar a relação entre cliente e empresa e, de certa forma, resgatar essa relação que, em muitos negócios, anda extremamente desgastada pelo desconhecimento que temos dos mesmos. A importância do CRM está diretamente ligada à importância do atendimento ao cliente, já que o atendimento comprovadamente é a principal razão da perda de clientes em uma empresa. Desta forma posso garantir que você está dando um passo correta na gestão de seu empreendimento. No site do SEBRAE, http://www.sebraesp.com.br/midiateca/publicacoes/artigos/marketing_vendas/crm_pequena_empresa, você encontra muitas informações sobre fidelização.
Paralelamente implante ações voltadas para marketing de indicação Entenda que serviços têm como característica a intangibilidade, daí o consumidor/usuário do serviço se valer da indicação de um terceiro de forma a obter alguma confiança na prestação de serviço. Diante disto gostaria de lhe sugerir o sistema de indicação que não tenho dúvidas ser o ideal para o seu segmento. Lorna Riley, autora do livro 76 WAYS TO BUILD A STRAIGHT REFERRAL BUSINESS, diz que as indicações são a estratégia mais poderosa para aumentar o leque de clientes porque elas eliminam a suposta perda de tempo comercial, com a eliminação de passos na venda como, por exemplo, o convencimento do cliente. Ainda segundo ela as indicações são um dividendo no serviço superior. Se você fornecer o serviço excelente a outros, você só não ganhou o direito de pedir indicações, mais também de que o outro lhos ofereçam a terceiros. Pessoas são naturalmente ansiosas para falar com outros sobre produtos e serviços que os ajudem a resolver problemas. Chama-se “trabalho de boca ou boca a boca”. Procure na sua cidade o livro que citei e nele você encontrará muitas dicas (76 idéias) para aprimorar seu sistema de indicação que reitero, funciona. Pesquise estas dicas estou certo que lhe serão bem úteis.
Permita-me neste momento recomendar a você dentre outros, cursos que lhe auxiliará na gestão empresarial e que, caso você ainda não tenha feito, irão lhe auxiliar na gestão de seu empreendimento. Primeiramente gostaria de falar do EMPRETEC. O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. O EMPRETEC é dirigido a empresários e/ou pessoas interessadas em montar e ou desenvolver seu próprio negócio. A metodologia é vivencial e altamente interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Existem outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para a execução.
Recomendaria ainda: “IPGN”, “Como Vender Mais e Melhor” e o curso de Análise e Planejamento Financeiro. O IPGN – iniciando um pequeno negócio, lhe permitirá ter noções de gestão de um empreendimento. O de vendas lhe proporcionará atingir a eficiência no que é importante para uma empresa, vender. Já o de finanças, permitirá a vocês conhecer uma das facetas administrativas empresariais mais importantes para o sucesso de um negócio, qual sejam as finanças empresariais. Como complementaridade interessante ao desenvolvimento de seu negócio, posso lhe sugerir ainda o curso “D’olho na qualidade” e “atendimento ao cliente”. O curso “D’olho na qualidade” tem por objetivo levar o participante a conhecer e praticar o D-OLHO (Descarte, Organização, Limpeza, Higiene e Ordem mantida), a fim de implementá-lo na empresa, trazendo um novo hábito para o desenvolvimento do trabalho diário das pessoas, otimizando os recursos, melhorando o bem-estar físico, mental e social de todos, e respeitando a relação com o meio ambiente. Já o curso de “atendimento ao cliente” busca estudar e desenvolver ações e procedimentos de atendimento ao cliente visando satisfazê-lo e criar uma imagem sólida e positiva da empresa. Busca ainda desenvolver uma comunicação eficaz de maneira a compreender os desejos e expectativas do cliente e avaliar se ele está satisfeito com o atendimento que vem recebendo.
Importante frisar ainda que seja de suma importância que você venha a fazer capacitações com cursos e palestras diretamente ligadas a sua área de atuação e os relativos à inovação. A inovação é fundamental, pois certamente fará o diferencial na hora de enfrentar a concorrência e prosperar nos negócios.
Gostaria de sugerir ainda que você procure o SEBRAE mais próximo, para dar continuidade e ou aprofundar às explanações que lhe passarei. Ligue na Central de Relacionamento – 0800 570 0800 ou pelo site http://www.sebraesp.com.br.
Parabéns por sua visão empreendedora e busca de conhecimento. Coloco-me as ordens para novos questionamentos ou aprofundar as idéias acima.
Atc
Marcos Ribeiro
Consultor SEBRAE/NA
Consultor Sebrae 9 de março
Arthuro C. Araujo 18 de fevereiro
. Ola Sou Arhuro – Eu e meu irmão recebemos a empresa de meu pai para trabalhar e estamos passando dificuldades. É uma Loja de Informatica e Telefonia no interior de MG, Carangola. Somos credenciados Oi para venda de Planos de Telefonia fixa, movel, internet e TV por assinatura. Devido a isso somos treinados em manutenção técnica nessas areas tambem. A empresa ta no mercado ha 25 anos, porem nos ultimos 3 anos meu pai adoeceu e saiu da linha de frente, ele tenta ajudar-nos com as orientações possiveis. Hoje o quadro é terrrivel, a empresa está devendo a bancos, não temos mais empregados e trabalhamos sem retiradas. O emprestimo de capital de giro que fizemos foi consumido para pagar as dividas e comprar um pequeno estoque, devido a queda nas vendas, o giro foi insuficiente e tivemos que recomprar estoque a prazo nos fornecedores. A Oi ja não investe na região hamais de 2 anos, fica sempre enrolando dizendo que irá melhorar o sinal e abrir novas portas de velox, mas nada! Temos tentado fazer grana com vendas de celulares, micros, acessorios de internet, telefonia fixa e rural, mas tá dificil. Meu pai diz que temos que ir pra rua todo dia visitar clientes e buscar oportunidades, diz que temos que formar um time com 10 pessoas para visitar as cidades vizinhas, ele é cheio de ideias, já foi consultor tambem. Porem, aqui não é facil, cidade muito pequena, pessoas convencionais, mão-de-obra escassa, pessoas preguiçosas que querem a carteira assinada pra ficar atoa e ganhar um salario no final do mes, e depois de 6 meses fazem tudo pra sair e receberem seguro desemprego. Estamos endividados, desmotivados, porem temos que pagar as dividas que contraimos. O que fazemos? Estamos estudando engenharia em Itaperuna a 90km daqui e temos que fechar a loja as 17h. Teremos até que apelar para FIES senao vamos ter que parar a faculdade. O que devemos fazer, pedir falencia, transferir a loja para outra cidade, insistir? O que fazemos para vencer essas dificuldades? Se continuar desse jeito meu pai vai perder tudo que deixaria para a gente…
Olá Arthuro!
Tenha calma! È necessário buscar renegociação das dividas de forma a alongar o perfil da dívida. Em segundo lugar é preciso buscar apoio do fornecedor e, caso não conseguindo, buscar outros de forma a poder contar com parceiros. Veja que a gestão empresarial é uma ciência complexa, complexidade esta que pode ser minimizada com a utilização de ferramentas apropriadas. Para lhe ajudar na gestão da empresa vou abordar aspectos relativos a custos, capital de giro, plano de negócio, e capacitação empresarial. Vou lhe dar algumas dicas porém é fundamental que você procure o SEBRAE mais próximo, para dar continuidade e ou aprofundar às explanações que lhe passarei. Ligue na Central de Relacionamento – 0800 570 0800 ou pelo site http://www.sebraemg.com.br.
A primeira análise que deve ser feita diz respeito a custo. O mercado com sua alta competitividade e elevada carga tributária, levam a muitas empresas encontrarem-se, a cada dia, com maiores dificuldades financeiras e, por conseguinte, dificuldades para crescer e ou para permanecer no mercado. Desta forma torna-se imprescindível aos administradores estabelecerem um eficiente controle de custos – já que, em tese, não é possível repassar aos preços finais de produtos e serviços eventuais ineficiências, desperdícios e excessos que se verificam na organização. Faz-se necessária uma eficaz gestão de preços para que seja possível enfrentar a concorrência. O lucro depende, fatalmente, destes dois fatores. Um adequado e rigoroso acompanhamento dos dispêndios havidos e o estabelecimento de um preço de venda que atenda ao consumidor e as necessidades empresariais sem perder de vista a concorrência. Podemos concluir que uma das melhores opções para sobrevivência no mercado é a obtenção de um adequado controle de custos dos produtos, mercadorias e serviços vendidos pelas empresas de forma a permitir a formação de preços de vendas. Segundo o site http://www.portaldecontabilidade.com.br/noticias/controle_custos.htm, chama-se “sistema de custo” o conjunto de informações contábeis e gerenciais para aferição de custos, monitoramento de orçamentos e decisões de preço de venda. No site http://www.via6.com/comunidade.php?cid=formulasexcel você encontra várias planilhas para controle de custos e que poderão lhe ajudar na gestão do preço.
Em seguida forme um plano financeiro onde o capital de giro seja contemplado. Segundo o Instituto de Estudos financeiros “o capital de giro representa, em média, 30 a 40% do total dos ativos de uma empresa”. Ainda segundo o IEF, o capital de giro precisa de acompanhamento permanente, pois está continuamente sofrendo o impacto das diversas mudanças enfrentadas pela empresa. Desta forma o empreendedor se vê a todo instante buscando solução para os problemas de capital de giro.
Preventivamente deve ser formada uma reserva financeira para enfrentar as mudanças inesperadas no quadro financeiro da empresa que deverá levar em conta o grau de proteção que se deseja para o capital de giro. O IEF sugere uma análise do tipo “o que aconteceria ao capital de giro se…” para se formular a estimativa do volume da reserva financeira. Outra forma seria encurtar seu ciclo econômico que se resume no tempo necessário à transformação dos insumos adquiridos em produtos ou serviços, que no seu caso representaria aumentar o giro dos estoques ou diminuir o ciclo de compras. Você poderia ainda melhorar seu capital de giro com a redução da inadimplência dos clientes (se for o caso melhorando sua concessão de crédito), com o não endividamento a qualquer custo (comprando o estritamente necessário), se for o caso, alongando o perfil do seu endividamento, implantando um programa de redução de custos, substituindo passivos com a troca de uma dívida por outra de menor custo financeiro. Cada caso é um caso e desta forma você deve buscar a que melhor se adéqüe a necessidade de seu empreendimento. De toda forma, fique com a sugestão do IEF de que o capital de giro deve representar de 30% a 40% do total de ativos de seu empreendimento. Para maiores informações, visite o site do IEF http://www.ief.com.br.
Outro fator importantíssimo é o desenvolvimento de um plano de negócio. Permita-me fazer uma pequena explanação sobre plano de negócio. Segundo Dornelas o que se espera de um plano de negócios é que o mesmo seja uma ferramenta para o empreendedor expor suas idéias em uma linguagem que os leitores do plano de negócios entendam e, principalmente, que mostre viabilidade e probabilidade de sucesso em seu mercado. Sua aplicabilidade é tanto para o lançamento de novos empreendimentos quanto para o planejamento de empresas já estabelecidas. O plano de negócio é importante para demonstrar a viabilidade de um empreendimento, pois demonstra como serão atingidas as metas estabelecidas. Desta forma podemos dizer que o plano de negócios é o guia do empresário, e para tanto deve ser revisado periodicamente permitindo com suas necessárias alterações vender a idéia do empreendimento. Basicamente um plano de negócios é constituído de: Capa, Sumário, Sumário Executivo, Planejamento Estratégico do Negócio, Descrição da Empresa, Produtos e Serviços, Plano Operacional, Plano de Recursos Humanos, Análise de Mercado, Plano de Marketing, Plano Financeiro e Anexo. Vá até o site do portal do plano, de negócios e você encontrará várias dicas e cursos voltados para esta área: http://www.planodenegocios.com.br/. No tocante a elaboração de um PL você pode se utilizar de um software disponível no endereço:
http://www.sebraeminas.com.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/softwareplanodenegocio.zip.
Quanto ao relacionamento com os colaboradores você deve buscar um diálogo sincero (olho no olho) explanando a situação atual e a busca pelo entendimento e união de forças para encontrarem juntos uma saída. Procure capacitar-se em liderança, a serguir falaremos disto.
Quanto a financiamentos o BNDES disponibiliza linhas e valores dos mais variadas. A carência está diretamente ligada ao período que você necessita para começar a “girar” o seu empreendimento, daí ser muito importante elaborar um plano de negócios bem dentro da realidade que você irá encontrar. Observo ainda que para algumas regiões, por exemplo, no Centro Oeste o FCO, existe financiamentos especiais e você deve verificar junto ao agente financeiro se há alguma linha especial para o seu tipo de negócio e ou a sua região. A garantia, como disse acima, é negociada e pode ser o resultado do próprio negócio. Observe também que existem os fundos garantidores FGO e FGI que devem ser verificados junto ao seu agente financeiro. Veja ai na sua região junto ao Banco de Fomento do seu Estado, do Banco do Brasil e ou a Caixa Econômica Federal as recentes linhas de incentivo a pequenas empresas que listo mais abaixo, bem como o Cartão BNDES que lhe será muito interessante. Existem várias linhas de crédito para empresas. Posso citar, entre outras, linhas de crédito voltadas para:
• implantação, modernização e ampliação de ativos fixos;
• aquisição de máquinas e equipamentos novos, inclusive conjuntos de sistemas industriais, produzidos nos país e credenciados no BNDES, que apresentem índice de nacionalização igual ou superior a 60% ou que cumpram o Processo Produtivo Básico;
• capital de giro associado exclusivamente a investimentos para implantação ou ampliação de ativos fixos, calculado em função das necessidades específicas do empreendimento;
Visite o site abaixo que lhe informara sobre todos os tipos de financiamentos disponíveis e os Fundos Garantidores que você poderá fazer uso, caso necessário:
http://www.sebrae.com.br/customizado/uasf/onde-buscar-credito/micro-e-pequena-empresa
Por fim, permita-me neste momento abordar aspectos ligados a capacitação gerencial. Para isto gostaria de recomendar a você cursos que lhe auxiliará na gestão empresarial. Primeiramente gostaria de falar do EMPRETEC. O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. O EMPRETEC é dirigido a empresários e/ou pessoas interessadas em montar e ou desenvolver seu próprio negócio. A metodologia é vivencial e altamente interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Existem outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para a execução.
uanto a aspectos ligados a capacitação gerencial reitero o EMPRETEC. O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. O EMPRETEC é dirigido a empresários e/ou pessoas interessadas em montar e ou desenvolver seu próprio negócio. A metodologia é vivencial e altamente interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Existem outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para a execução.
Recomendaria ainda: “IPGN”, “Aprendendo a Empreender”, “Como Vender Mais e Melhor” e o curso de Análise e Planejamento Financeiro. O IPGN – iniciando um pequeno negócio, lhe permitirá ter noções de gestão de um empreendimento. Já no Aprendendo a Empreender vocês obterão noções de legislação e mercado, entre outros. O de vendas lhe proporcionará atingir a eficiência no que é importante para uma empresa, vender. Já o de finanças, permitirá a vocês conhecer uma das facetas administrativas empresariais mais importantes para o sucesso de um negócio, qual sejam as finanças empresariais. Como complementaridade interessante ao desenvolvimento de seu negócio, posso lhe sugerir ainda o curso “D’olho na qualidade” e “atendimento ao cliente”. O curso “D’olho na qualidade” tem por objetivo levar o participante a conhecer e praticar o D-OLHO (Descarte, Organização, Limpeza, Higiene e Ordem mantida), a fim de implementá-lo na empresa, trazendo um novo hábito para o desenvolvimento do trabalho diário das pessoas, otimizando os recursos, melhorando o bem-estar físico, mental e social de todos, e respeitando a relação com o meio ambiente. Já o curso de “atendimento ao cliente” busca estudar e desenvolver ações e procedimentos de atendimento ao cliente visando satisfazê-lo e criar uma imagem sólida e positiva da empresa. Busca ainda desenvolver uma comunicação eficaz de maneira a compreender os desejos e expectativas do cliente e avaliar se ele está satisfeito com o atendimento que vem recebendo.
Importante frisar ainda que seja de suma importância que você venha a fazer capacitações com cursos e palestras diretamente ligadas a sua área de atuação e os relativos à inovação. A inovação é fundamental, pois certamente fará o diferencial na hora de enfrentar a concorrência e prosperar nos negócios.
Parabéns por sua visão empreendedora. Coloco-me as ordens para novos questionamentos ou aprofundar alguma das idéias acima.
Atc
Marcos Ribeiro
Consultor SEBRAE/NA
Consultor Sebrae 28 de fevereiro
Arhturo Calzolari de Araujo - InfoPlan InfoSHOP - agex Oi 18 de fevereiro
Ola Sou Arhuro – Eu e meu irmão recebemos a empresa de meu pai para trabalhar estamos passando dificuldades. É uma Loja de Informatica e Telefonia no interior de MG, Carangola. Somos credenciados Oi para venda de Planos de Telefonia fixa, movel, internet e TV por assinatura. Devido a isso somos treinados em manutenção técnica nessas areas tambem. A empresa ta no merdado ha 25 anos, porem nos ultimos 3 anos meu pai adoeceu e saiu da linha de frente, ele tenta ajudar-nos com as orientações possiveis. Hoje o quadro é terrrivel, a empresa está devendo a bancos, não temos mais empregados e trabalhamos sem retiradas. O emprestimo de capital de giro que fizemos foi consumido para pagar as dividas e comprar um pequeno estoque, devido a queda nas vendas, o giro foi insuficiente e tivemos que recomprar estoque a prazo nos fornecedores. A Oi ja não investe na região hamais de 2 anos, fica sempre enrolando dizendo que irá melhorar o sinal e abrir novas portas de velox, mas nada! Temos tentado fazer grana com vendas de celulares, micros, acessorios de internet, telefonia fixa e rural, mas tá dificil. Meu pai diz que temos que ir pra rua todo dia visitar clientes e buscar oportunidades, diz que temos que formar um time com 10 pessoas para visitar as cidades vizinhas, ele é cheio de ideias, já foi consultor tambem. Porem, aqui não é facil, cidade muito pequena, pessoas convencionais, mão-de-obra escassa, pessoas preguiçosas que querem a carteira assinada pra ficar atoa e ganhar um salario no final do mes, e depois de 6 meses fazem tudo pra sair e receberem seguro desemprego. Estamos endividados, desmotivados, porem temos que pagar as dividas que contraimos. Oque fazemos? Estamos estudando engenharia em Itaperuna a 90km daqui e temos que fechar a loja as 17h. Teremos até que apelar para FIES senao vamos ter que para a faculdade. O que devemos fazer, pedir falencia, transferir a loja para outra cidade, insistir? O que fazemos?
Vivian 6 de fevereiro
OLÁ, tenho uma empresa familiar que está há 18 anos no mercado. Tem uma boa clientela e um bom fluxo de caixa. Há 4 meses decidi abrir uma filial numa cidade vizinha, onde tenho uma pessoa de confiança à frente do negócio O mercado lá é bastante promissor, mas a loja ainda não é conhecida. O ponto fica na principal avenida entre os principais bancos da cidade, ou seja, há bastante movimento, porém só em horário bancário. Nestes primeiros meses as vendas foram o dobro do valor da despesa fixa, porém como não há capital de giro (vende-se muito parcelado, apesar de quase todas as compras terem entrada) praticamente todas as contas estão sendo pagas pela matriz, desde o aluguel até os fornecedores… Gostaria de saber por quanto tempo é saudável para a sociedade manter o novo negócio no vermelho, injetando capital de outra filial nesse ritmo de vendas que mencionei acima? Como saberei se devo abandonar o projeto?
Olá Vivian!
Primeiramente preciso falar sobre “pay bach” que vem a ser o período decorrido entre o investimento inicial e o momento no qual o lucro líquido acumulado se iguala ao valor desse investimento. Entenda que houve um investimento inicial na abertura da nova loja. Os investidores estimam o tempo necessário para o retorno deste investimento, que vai desde moveis e utensílios, a maquinário, a instalações a capital de giro etc. No momento do desenvolvimento do plano de negócio da nova loja devemos analisar o prazo de retorno do investimento. Pelo que percebo não houve este cuidado inicial, porém percebo ainda que os negócios vão bem e que em breve deve começar a ter retorno do investimento bem como sustentabilidade em capital de giro. Vamos fala r de PN. O PL é importante, pois por meio dele o empresário e o mercado tomam conhecimento das reais possibilidades do empreendimento. Permita-me fazer uma pequena explanação sobre plano de negócio. Segundo Dornelas o que se espera de um plano de negócios é que o mesmo seja uma ferramenta para o empreendedor expor suas idéias em uma linguagem que os leitores do plano de negócios entendam e, principalmente, que mostre viabilidade e probabilidade de sucesso em seu mercado. Sua aplicabilidade é tanto para o lançamento de novos empreendimentos quanto para o planejamento de empresas já estabelecidas. O plano de negócio é importante para demonstrar a viabilidade de um empreendimento, pois demonstra como serão atingidas as metas estabelecidas. Desta forma podemos dizer que o plano de negócios é o guia do empresário, e para tanto deve ser revisado periodicamente permitindo com suas necessárias alterações vender a idéia do empreendimento. Basicamente um plano de negócios é constituído de: Capa, Sumário, Sumário Executivo, Planejamento Estratégico do Negócio, Descrição da Empresa, Produtos e Serviços, Plano Operacional, Plano de Recursos Humanos, Análise de Mercado, Plano de Marketing, Plano Financeiro e Anexo.
Vá até o site do portal do plano, de negócios e você encontrará várias dicas e cursos voltados para esta área: http://www.planodenegocios.com.br/.
No tocante a elaboração de um PL você pode se utilizar de um software disponível no endereço http://www.sebraeminas.com.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/softwareplanodenegocio.zip.
Vasmos falar de capital de giro. A gestão de capital de giro é importante, pois segundo o Instituto de Estudos financeiros “o capital de giro representa, em média, 30 a 40% do total dos ativos de uma empresa”. Ainda segundo o IEF, o capital de giro precisa de acompanhamento permanente, pois está continuamente sofrendo o impacto das diversas mudanças enfrentadas pela empresa. Desta forma o empreendedor se vê a todo instante buscando solução para os problemas de capital de giro.
Preventivamente deve ser formada uma reserva financeira para enfrentar as mudanças inesperadas no quadro financeiro da empresa que deverá levar em conta o grau de proteção que se deseja para o capital de giro. O IEF sugere uma análise do tipo “o que aconteceria ao capital de giro se…” para se formular a estimativa do volume da reserva financeira.
Outra forma seria encurtar seu ciclo econômico que se resume no tempo necessário à transformação dos insumos adquiridos em produtos ou serviços, que no seu caso representaria aumentar o giro dos estoques ou diminuir o ciclo de compras.
Você poderia ainda melhorar seu capital de giro com a redução da inadimplência dos clientes (se for o caso melhorando sua concessão de crédito), com o não endividamento a qualquer custo (comprando o estritamente necessário), se for o caso, alongando o perfil do seu endividamento, implantando um programa de redução de custos, substituindo passivos com a troca de uma dívida por outra de menor custo financeiro.
Cada caso é um caso e desta forma você deve buscar a que melhor se adéqüe a necessidade de seu empreendimento. De toda forma, fique com a sugestão do IEF de que o capital de giro deve representar de 30% a 40% do total de ativos de seu empreendimento. Para maiores informações, visite o site do IEF http://www.ief.com.br.
Vamos falar de marketing de indicação. Como tenho dito a diversos usuários do nosso blog, serviços têm como característica a intangibilidade, daí o consumidor/usuário do serviço se valer da indicação de um terceiro de forma a obter alguma confiança na prestação de serviço. Diante disto gostaria de lhe falar sobre o sistema de indicação que não tenho dúvidas ser o ideal para o seu segmento. Lorna Riley, autora do livro 76 WAYS TO BUILD A STRAIGHT REFERRAL BUSINESS, diz que as indicações são a estratégia mais poderosa para aumentar o leque de clientes porque elas eliminam a suposta perda de tempo comercial, com a eliminação de passos na venda como, por exemplo, o convencimento do cliente. Ainda segundo ela as indicações são um dividendo no serviço superior. Se você fornecer o serviço excelente a outros, você só não ganhou o direito de pedir indicações, mais também de que o outro lhos ofereçam a terceiros. Pessoas são naturalmente ansiosas para falar com outros sobre produtos e serviços que os ajudem a resolver problemas. Chama-se “trabalho de boca ou boca a boca”. Procure na sua cidade o livro que citei e nele você encontrará muitas dicas (76 idéias) para aprimorar seu sistema de indicação que reitero, funciona. Pesquise estas dicas estou certo que lhe serão bem uteis. Gostaria de esclarecer ainda que a forma de divulgação de uma empresa e ou produto dependente muito do segmento em que ela esta inserida e do plano de marketing desenvolvido para a empresa. Saiba ainda que ações mercadológicas estão diretamente ligadas a comportamento do consumidor que, na maioria das vezes, é uma variável incontrolável.
Por fim, outro aspecto importantíssimo para o $uce$$o de empreendimento é a capacitação gerencial. Por isto permita-me neste momento recomendar a você dentre outros, cursos que lhe auxiliará na gestão empresarial e que, caso você ainda não tenha feito, irão lhe auxiliar na gestão de seu empreendimento. Primeiramente gostaria de falar do EMPRETEC. O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores. O programa foi desenvolvido pela ONU – Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras. O participante deverá primeiro identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. O EMPRETEC é dirigido a empresários e/ou pessoas interessadas em montar e ou desenvolver seu próprio negócio. A metodologia é vivencial e altamente interativa, com jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Existem outros exercícios dentro do seminário em que os facilitadores irão explicar todas as regras para a execução.
Recomendaria ainda: “IPGN”, “Como Vender Mais e Melhor” e o curso de Análise e Planejamento Financeiro. O IPGN – iniciando um pequeno negócio, lhe permitirá ter noções de gestão de um empreendimento. O de vendas lhe proporcionará atingir a eficiência no que é importante para uma empresa, vender. Já o de finanças, permitirá a vocês conhecer uma das facetas administrativas empresariais mais importantes para o sucesso de um negócio, qual sejam as finanças empresariais. Como complementaridade interessante ao desenvolvimento de seu negócio, posso lhe sugerir ainda o curso “D’olho na qualidade” e “atendimento ao cliente”. O curso “D’olho na qualidade” tem por objetivo levar o participante a conhecer e praticar o D-OLHO (Descarte, Organização, Limpeza, Higiene e Ordem mantida), a fim de implementá-lo na empresa, trazendo um novo hábito para o desenvolvimento do trabalho diário das pessoas, otimizando os recursos, melhorando o bem-estar físico, mental e social de todos, e respeitando a relação com o meio ambiente. Já o curso de “atendimento ao cliente” busca estudar e desenvolver ações e procedimentos de atendimento ao cliente visando satisfazê-lo e criar uma imagem sólida e positiva da empresa. Busca ainda desenvolver uma comunicação eficaz de maneira a compreender os desejos e expectativas do cliente e avaliar se ele está satisfeito com o atendimento que vem recebendo.
Importante frisar ainda que seja de suma importância que você venha a fazer capacitações com cursos e palestras diretamente ligadas a sua área de atuação e os relativos à inovação. A inovação é fundamental, pois certamente fará o diferencial na hora de enfrentar a concorrência e prosperar nos negócios.
Gostaria de sugerir ainda que você procure o SEBRAE mais próximo, para dar continuidade e ou aprofundar às explanações que lhe passarei. Ligue na Central de Relacionamento – 0800 570 0800 ou pelo site http://www.sebraepr.com.br.
Parabéns por sua visão empreendedora e busca de conhecimento. Coloco-me as ordens para novos questionamentos ou aprofundar as idéias acima.
Atc
Marcos Ribeiro
Consultor SEBRAE/NA
Consultor Sebrae 28 de fevereiro
ola meu meu nome e marco e montei uma pequena loja inicialmente como envelopamento automotivo nos ultimos dois meses o movimento caiu bruscamente como me vi sem saida resolvi mudar para um local mais movimentado pois aonde eu estava era apenas ponto para cortar caminho como ja trabalhava com comunicaçao visual resolvi comprar uma ploter maquina que recorta vinil adesivo para fazer faixas placas adesivos pensei vou ampliar meu leque de serviço arrumei um otimo ponto em uma avenida anunciei no ponto antigo a minha mudança fiz tudo certinho mas as duas semanas que estol la ainda nao senti firmeza no local pois ja fiz 2 servicos de cliente da velha loja e so executei apenas 4 pequenos servico como devo agir pois ja sinalizei bem a entrada da loja e pelo que ouço falar o pessoal ja conhese minha loja sera que e cedo pra falar ou posso ir em frente
marco antonio 12 de maio
Olá Marco
A questão do envelopamento automotivo nos últimos anos passou a ser a febre do momento principalmente para aqueles que apreciam “tunar” seus veículos, razão pela qual também a entrada de novos players no mercado aumentou e muito, em função disso muitas dessas empresas que não se modernizaram buscando inovar nesse negócio estão agora tendo dificuldades.
Na verdade o envelopamento foi algo inicialmente muito utilizado para substituir as pinturas promocionais de carros de empresas, ficou mais fácil e mais barato adesivá-los, após isso entraram os carros o que passou a ser um grande nicho de mercado, mas como disse em função disso o número de concorrente aumentaram muito e passaram a vir com diferenciais, ou seja, além de envelopar o veículo, também oferecem projetos e modelos exclusivos, passaram a ter seus designers e serviços de ploter próprio, em fim estão buscando seus diferenciais competitivos, tanto na prestação de serviços como também nos materiais utilizados.
Você esta a pouco tempo nesse ponto, então é preciso divulgar seus serviços além de arrumar alguém para fazer o comercial da empresa, é necessário ir atrás dos clientes.
Na parte de comunicação visual é interessante elaborar um mailing das empresas e do comercio local que utilizam da comunicação visual como meio de divulgação de sua empresa ou comércio e procurar visitá-los para apresentar seus serviços. Leve um portfólio de sua empresa e mostre seus trabalhos. Ficar somente na venda passiva esperando que os clientes venham até você é mais complicado e menos eficiente.
Para o envelopamento de carros, procure divulgar isso junto ao seu público alvo, chame atenção para sua loja, promova algum pequeno evento, nesse evento faça alguns envelopamentos na hora para que as pessoas possam ver como é fácil aproveite para divulgar os benefícios do envelopamento fora o lado beleza, comente da proteção da pintura, esclareça que ele pode ser removido e o que após um polimento o carro volta ao normal. Divulgue esse trabalho.
Um site para sua loja também é recomendável e utilize as redes sociais para divulgar seu trabalho, coloque fotos dos carros feitos por sua loja ou de modelos feitos lá fora e que poderia estar sendo desenvolvido por sua equipe. Em fim meu amigo é necessário divulgar e sair para batalhar clientes.
Procure concessionárias de veículos e busque fazer parcerias, pois a maioria terceiriza esse tipo de serviço.
Agora lembre-se sempre é preciso estar inovando constantemente, faça um benchmarking em seus concorrentes e veja o que eles têm de diferencial, procure na internet novidades sobre o assunto no exterior e veja o que pode trazer para cá. Você tem que constituir diferenciais competitivos.
Espero ter ajudado caso necessite de mais informações escreva-nos novamente.
Sucesso e bons negócios
Edson Pereira
Consultor do SEBRAE
Consultor Sebrae 14 de maio